domingo, 17 de abril de 2016

CARTA ABERTA AO POVO BRASILEIRO

São Paulo, 17 de abril de 2016

Prezadas e prezados brasileiros e brasileiras,

Hoje é um grande dia. Sim, sem sombra de dúvida, hoje é um grande dia. O Brasil corre o grande risco de retroceder. Afinal, a história do nosso país foi construída com a invasão do dito senhor todo poderoso em cima dos menos favorecidos. A terra, hoje, conhecida como Brasil passou por mais de 300 (trezentos) anos sendo colônia. E se era colônia, o povo não era permitido a pensar como uma nação. Passamos mais de 400 (quatrocentos) anos sem ter uma universidade, porque estudar era visto como um direito apenas da elite.

Prezadas e prezados brasileiros e brasileiras, essa mesma elite continua com esse pensamento: o de sempre deter o poder, e por isso não aceita o avanço que o menos favorecido alcançou agora no século 21; e eu sou um deles, ou seja, um menos favorecido que alcançou três diplomas: um de Mestre, um de Especialista e um de Graduado. Sim, três diplomas, e um deles é, inclusive, de nível internacional. E também tenho quatro livros publicados.

O que acontece no Congresso Nacional é a luta para poder deter o poder e fazer retroceder a nação. Não há dúvida para o conhecimento e entendimento de qualquer pessoa que tenha o mínimo de interpretação do ocorrido no momento atual, que é um GOLPE. E, antes de tudo, é vergonhoso: é um réu que está à frente do processo de impedimento da governabilidade da Presidenta, abruptamente; e o pior: a Suprema Corte, mesmo diante de tantas provas contra o presidente da Câmara dos Deputados, não fez nada para impedir que ele continuasse na presidência do Congresso Nacional.

Não, não podemos aceitar que a Democracia Brasileira seja agredida, interrompida, levando ao risco de uma guerra civil no país.

Não, não podemos permitir que as pessoas que carregam em si o sentimento ditatorial possam retroceder o Brasil a uma das épocas mais sangrentas da nossa história.

Não, não podemos permitir que a liberdade de poder sonhar seja interrompida.

Avante... vamos ocupar as ruas. Vamos lutar pela nossa democracia...

Adenildo Lima
Escritor, poeta, professor universitário e palestrante

sábado, 19 de março de 2016

Reajo sim, a favor da DEMOCRACIA...

A Democracia é o bem maior para poder lutar pelos direitos humanos. Reajo sim, a favor da Democracia. O Brasil do Século 21 não é o mesmo dos quinhentos anos governado pela elite brasileira.
Tenho plena consciência que se o governo do século 21 fosse o mesmo que governou o Brasil durante os quinhentos anos, hoje eu não teria um DIPLOMA DE MESTRE, NÃO TERIA UMA ESPECIALIZAÇÃO DE NÍVEL INTERNACIONAL.
Reajo sim, a favor da DEMOCRACIA, porque eu conheço a dor e o amor em suas múltiplas faces interfaceadas que chamo de existência.
Lutaremos sim, para não permitir que o Brasil sofra mais um golpe, dentre tantos que o menos favorecido já sofreu nos quinhentos anos de história brasileira.

Adenildo Lima

sábado, 5 de março de 2016

Ofendidos e humilhados

Existe um jardim no olhar de cada ofendido e humilhado. As flores têm espinhos e essência. E quando um jardim é acossado por um vendaval, as flores e os espinhos se universalizam, ganham os bosques, as mesas de bares, as ruas, as praças públicas e adentram o mundo.

Difícil não é tirar os espinhos das flores, difícil mesmo é afetar sua essência. E outra, amigo leitor e amiga leitora, existe uma criança querendo nascer, existe uma mãe querendo amamentar o seu filho, existe um ser humano que não pode perder a esperança que pode ser visto como gente; ser gente.

Mas, por favor, não me digam, amiga leitora e amigo leitor, que nunca leram este livro. E, por outro lado, não recordo se o nome é humilhados e ofendidos ou ofendidos e humilhados; tão pouco importa, porque o que importa mesmo é, no mínimo, termos o direito, a liberdade de sonhar.

E parece tão pouco poder sonhar...

E não é, pois, não se pode sonhar com a barriga vazia, não se pode sonhar se a criança é vítima de aborto no ventre e depois de nascida. Mas, por favor, amigo leitor e amiga leitora, não me falem que nunca leram esse livro. Nele, existem príncipes e reis e rainhas e existem os ofendidos e humilhados.

E todo ofendido e humilhado carrega dentro de si um grito, um desejo, uma força: por isso, por favor, tirem os espinhos, mas não mexam com a essência.

E agora, peço mais uma vez: por favor, não me digam que não falei das flores....


 Adenildo Lima

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

Livros

TODOS À VENDA NA LIVRARIA DO RESERVA CULTURAL, AVENIDA PAULISTA, Nº 900.

Editora da Gente 

sábado, 23 de janeiro de 2016

Na Livraria do Reserva Cultural, Av. Paulista, nº 900

A venda na Livraria do Reserva Cultural, Av. Paulista, nº 900. 'O mundo de Vinícius' e 'A parteira' por apenas R$ 30,00, cada um. E o 'Lobisomem pós-moderno' por R$ 25,00. É só comprar...






LINKS DAS LIVRARIAS:


LIVRARIA CULTURA - CATÁLOGO

LIVRARIA MARTINS FONTES PAULISTA

LIVRARIA DA VILA FRADIQUE

LIVRARIA RESERVA CULTURAL

sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

A PARTEIRA - RESENHA NO HOMO LITERATUS, POR MÁRCIO AHIMSA

"A parteira é um grito e um silêncio, é essa paradoxal verossimilhança da realidade de um país onde, de um lado é latente a dor escorrendo pelo esconderijo em tom vermelho do nosso agreste e, do outro, é como se fosse uma nódoa no tom de um conto de fadas onde se acredita em fantasias criadas, mas não se crê em verdades cruas."


LINK PARA ACESSAR A RESENHA COMPLETA:

RESENHA D' A PARTEIRA, NO HOMO LITERATUS

Falando sobre o meu trabalho literário

"O poeta Adenildo Lima fala dos seus três livros publicados, comenta sobre a recepção honrosa da Presidenta Dilma Rousseff, ao ser atenciosa com ele, como escritor e com a literatura brasileira, ao receber o livro A parteira. Fala também sobre a carta que ela, a Presidenta, lhe enviou como forma de agradecimento, ao receber o seu livro. E faz comentários sobre alguns projetos futuros.".


Fonte: YOUTUBE

A poesia e a máquina do tempo


"O poema A poesia e a máquina do tempo é de autoria de Adenildo Lima e Márcio Ahimsa, do livro Lobisomem pós-moderno, publicado em 2012, pela Editora da Gente. 

O poema foi declamado no dia 21 de outubro de 2015, por Adenildo Lima, na palestra: O processo da escrita - experiências e relatos sobre a criação literária, proferida por Adenildo na Universidade Anhanguera, Osasco, SP.".

Fonte: YOUTUBE

FÁTRIA, ÁFRICA BRASIL

"Declamação do poema "Fátria, África Brasil", de Adenildo Lima (declamado por ele), do livro "Lobisomem pós-moderno", publicado pela "editora da gente", em 2012. 
A apresentação aconteceu no dia 02 de fevereiro de 2013, na Casa das Rosas, organizado pelo Sarau A Plenos Pulmões.".

Fonte: YOUTUBE

quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

Capa do meu terceiro livro A parteira


Trecho do prefácio:

"Esta é uma poesia de vozes e tradições misturadas, que proporcionarão experiências diferentes a cada leitura. Mas imagino que todas passem pela análise da sociedade brasileira por um viés de crítica diante da situação de orfandade em que se encontram milhares de brasileiros. A cada verso, o leitor é chamado a reparar a condição do outro, viver a experiência do outro, e, assim, reavaliar sua visão do mundo e suas atitudes para transformá-lo. (...)

A parteira é um poema de narrativas, de protagonistas que se alternam e se ligam por uma linha tênue, apenas um pequeno veio de água correndo que, no meu entendimento, é a vida. São vidas que estão por um fio, porque as histórias se passam na secura da nossa terra, onde tudo é escasso. Até o amor – um bem que, na caracterização dos personagens, parece nascer com as mulheres e que os homens ainda estão procurando".



Isabel de Andrade Moliterno - Mestra e doutora em Letras pela Universidade de São Paulo (USP).

Sinopse:


"A parteira, a meu ver, é o grito social mais urgente, depois de Morte e Vida Severina, de João Cabral de Melo Neto; e Poema Sujo, de Ferreira Gullar, que li até hoje.


É uma narrativa artisticamente trabalhada! Modestamente eu sei reconhecer o valor de uma obra literária. Este poema é de uma riqueza inigualável! Em todos os aspectos, parece que nasceu do jeito que se lê, não me parece ter um desleixo, um excesso."

Dias Miranda

Escritor e dramaturgo

domingo, 10 de janeiro de 2016

O pós e o contra

A pós-modernidade é uma modernidade diluída.

Adenildo Lima

quinta-feira, 31 de dezembro de 2015

Feliz 2016


Um feliz 2016 para todos nós: com muita leitura, paz, amor, respeito e harmonia.

AVANTE...


domingo, 20 de dezembro de 2015

ANHEMBI - SAMBÓDROMO - SÃO PAULO

Anhembi, Sambódromo, São Paulo, dia 18 de dezembro de 2015



terça-feira, 15 de dezembro de 2015

Lançamento do livro O MUNDO DE VINÍCIUS

O lançamento aconteceu no dia 12 de dezembro de 2015, na Livraria da Vila, Rua Fradique Coutinho, 915, Vila Madalena, São Paulo/SP.





Mais fotos no link abaixo:


quarta-feira, 11 de novembro de 2015

Convite para o lançamento do livro - O mundo de Vinícius



SINOPSE DO LIVRO:

"O livro 'O mundo de Vinícius' é um canto à humanidade. Imaginem: uma criança descobre que a água doce em breve pode acabar, e que diversas espécies de seres vivos estão sendo ameaçadas de extinção.

O poeta Adenildo Lima, em um poema narrativo composto por 1600 versos — ou um romance em versos — como alguns preferem chamá-lo, conta a história de Vinícius, uma criança que acredita e sabe que o futuro da humanidade e a existência da vida aqui na Terra dependem de cada um. 

Este livro torna-se leitura necessária para todos nós, como um meio de conscientização para preservar o meio ambiente, tornando-o um lugar sustentável para todos os seres vivos. 

A escolha é nossa, a responsabilidade é universal..."


Capa



Informações do livro:

Autor: Adenildo Lima
Capa e Ilustrações: João Paulo de Melo
Editora: editora da gente 



Mais informações:




terça-feira, 10 de novembro de 2015

Apresentação no Mestrado, na Universidade Anhanguera de São Paulo

Apresentação no VII Encontro de Pós-Graduação e Pesquisa Adolescência e Conflitualidade, na Universidade Anhanguera de São Paulo, Campus Marte, no dia 06 de novembro de 2015, com tema sobre Socioeducação e Mediação de Conflitos no Ambiente Escolar.







domingo, 1 de novembro de 2015

O processo da escrita: experiências e relatos sobre a criação literária

A palestra foi proferida no dia 21 de outubro de 2015, na Universidade Anhanguera, Osasco, SP.





Mais fotos, acessem


sábado, 24 de outubro de 2015

O mundo de Vinícius: Lançamento em dezembro

No dia 12 de dezembro, num sábado, às 3h, rua Fradique Coutinho, 915, Vila Madalena, na Livraria da Vila.

O livro narra a história de uma criança que diante do caos que o planeta Terra vem passando: o descaso com a vida, a água doce correndo o risco de acabar, o ser humano se maquinizando cada vez mais... Vinícius resolve construir um novo mundo e, para isso, precisa da conscientização de cada um de nós.

Em breve mais informações sobre o lançamento e sobre o livro




Acessem:

Facebook do livro:

O mundo de Vinícius

segunda-feira, 5 de outubro de 2015

Entre Linhas Entrevista: Escritor Adenildo Lima

Abaixo segue uma entrevista - na íntegra - que concedi ao blog Entre Linhas:

"No blog, entrevistamos o escritor Adenildo Lima, autor de A Parteira, que em breve terá uma resenha publicada aqui. Abaixo uma deliciosa entrevista onde podemos aprender com suas sábias palavras e pensamentos, acompanhe:


1.            De onde surgiu a motivação para ser escritor e se alguém o influenciou?

Não me lembro de ter sido influenciado por outra pessoa para iniciar meus escritos, mesmo tendo plena consciência que sempre somos influenciados por alguma coisa ou pessoa e, em especial, as experiências vividas no dia a dia.  Acredito que na minha infância o que me despertou ao gosto pela leitura foi ouvir meu pai lendo a bíblia e ensinando-me a lê-la, e minha mãe declamando alguns poemas populares, desses que passam de geração em geração, e um primo meu que quando passava por lá, onde eu morava, contava histórias. E isso, penso eu, aguçou em mim a busca pelo sabor das palavras. Por outro lado, é importante ressaltar que tive a minha infância e adolescência num sítio, no município de Colônia Leopoldina, uma pequena cidade no estado de Alagoas, para chegar a uma escola precisava andar de uma a duas horas a pé. Ou seja, os primeiros contatos que eu tive com a leitura foram ao observar o raiar do sol pela manhã, ouvir o cantar dos pássaros ao amanhecer de cada dia e sentir o cheiro de terra adentrando minhas narinas, trazendo-me cheiro de vida, essência poética para o meu existir. Já aqui em São Paulo, quando cheguei em 1998, fiquei perplexo com o contraste vivenciado por mim: a correria, o barulho dos carros, muito diferente do canto dos pássaros lá no Nordeste. Mas, hoje, estou completamente habituado na cidade grande, sem perder a minha história, a minha narrativa, a essência de tudo o que me faz ser o que sou atualmente.


2.            Por que você gosta de escrever?

Escrever é o que me faz viver. Não me vejo sem escrever. Acredito que a minha vida não teria graça se hoje eu não estivesse saboreando o sabor de cada palavra, vivendo a experiência de cada personagem. Às vezes eu penso que se não existisse a arte, a vida seria um vão sem essência, sem sabor, sem cor; neutra.


3.            Quais são os livros/autores/personagens favoritos e porquê?

São muitos. Só este ano já li 18 (dezoito livros), e só se passaram quatro meses de 2015. Mas vou aproveitar a oportunidade para falar do livro que acabo de concluir a leitura: Diário de Bitita, de Carolina Maria de Jesus. Diário de Bitita é um livro que em cada linha discorre um pouco de vida, de morte, de amor, de dor, ao descrever a vida da própria autora, em tom poético. Ela escreve com maestria, mostra um Brasil dos primeiros 50 (cinquenta) anos do século 20, diante de todos os seus percalços e sonhos, na esperança, no olhar de um povo alegre e sofredor. Diário de Bitita torna-se leitura necessária para quem deseja conhecer um pouco mais desse nosso país chamado Brasil, e para quem gosta de apreciar a boa literatura. E, por outro lado, para quem deseja conhecer um pouco mais da face humana refletida em vários reflexos, multifacetada.


4.            Quais e quantos livros lançados e como se deu a carreira?

Até o momento tenho três livros publicados. Comecei em 2009 com o livro: “O copo e a água”, literatura infantil. E estou trabalhando para publicar a 2ª edição, este ano. Depois veio em 2012 o livro de poemas: “Lobisomem pós-moderno”, em parceria com o poeta Márcio Ahimsa, com cinquenta e poucos poemas de minha autoria e cinquenta e poucos poemas de autoria dele. E só um poema é em coautoria. E no final de 2013 publiquei “A parteira”, que é um poema narrativo composto por um pouco mais de 1500 (mil e quinhentos) versos. Em 2014 ficou com o 2º lugar no Prêmio Poetizar o Mundo com Livros.


5.            Você utiliza algum material como referência para escrever, ou é pura e simplesmente inspiração momentânea?

Sinceramente, não acredito que “inspiração momentânea” possa transformar alguém em escritor. Acredito que todo o escritor precisa ler e ler e reler tudo o que ele puder e estiver ao seu alcance. Escrever, ao meu ponto de vista, é um processo contínuo, que exige paciência, dedicação, amadurecimento e coragem. Sim, coragem, escrever também é um ato de coragem. Escrever é inventar novos mundos, pessoas... é desnudar-se em cada obra concluída.


6.            O que você mais gosta nas próprias histórias e se o seu gênero literário encontra dificuldades no mercado?

Acredito que dificuldades sempre vamos encontrar. E isso não é ruim. Ajuda o artista a amadurecer mais. O que eu mais gosto no que escrevo é quando recebo o retorno de algum leitor, de alguma leitora, é o maior prêmio.


7.            De qual forma, ser escritor afetou a sua vida e quando a escrita virou profissão?

É sempre uma felicidade muito grande, a cada momento que concluo algum trabalho literário. E no ofício de escrever vou ser sempre amador. Quando a escrita vira profissão muitas vezes o escritor deixa de escrever por si, perde a essência. E é importante dizer que desejo muito poder viver dos meus escritos, mas que isso não seja uma profissão. Na vida de escritor quero ser como uma criança que brinca, que encontra sentido nas coisas mais simples, que nós adultos, não conseguimos observar no dia a dia.


8.            Uma dica valiosa para novos escritores seria?

Ler e ler e ler e depois reler. Depois escreva, reescreva, escreva e não se canse de escrever. Mostre para as pessoas, mas esteja apto e maduro para ouvir críticas, comentários. E tenha muito cuidado com os elogios.


9.            No seu entender, qual o papel do leitor para um escritor?


Sem leitor não pode existir escritor.


10.            Como você enxerga a explosão dos livros digitais e se isso compromete os impressos?

Os livros digitais são bem-vindos. Tudo ganha seu espaço e não tira o espaço do outro, é ilusão pensar que o livro digital vai tirar o espaço do livro impresso. O livro impresso continua. O livro digital ganhará seus adeptos. E o ganho de tudo isso? Teremos mais leitores...


#Pra finalizar um espaço onde você pode deixar o que quiser, o que não foi perguntado, o que gostaria de responder:

Antes de tudo agradeço pelo espaço para poder compartilhar um pouco das minhas experiências com a literatura. Aproveito também para dizer que este ano teremos a publicação da 2ª edição do livro “O copo e a água”, e a publicação de mais um poema narrativo.

As palavras têm sabor, experimente-as...".



quarta-feira, 23 de setembro de 2015

Exposição: Aves - por uma estética da natureza

Do dia 10 ao dia 31 de julho de 2015 a exposição "Aves – por uma estética da natureza", de João Paulo de Melo, ficou na Estação Sé do Metrô, pela Linha da Cultura, do Governo do Estado de São Paulo, com o apoio da Editora da Gente.
E a Curadoria do Artista foi realizada por Adenildo Lima.


Cartaz de abertura

Cartaz de divulgação









Mais fotos, acessem: Editora da Gente

terça-feira, 22 de setembro de 2015

Mário de Andrade: reinventando o Brasil (Mestres da Literatura)

"Grande sucesso exibido da TV Escola, a série Mestres da Literatura nos traz a cada programa informações sobre a vida e obra de grandes escritores brasileiros.

Este episódio revela como se deu a formação pessoal e acadêmica de um dos mentores da Semana de Arte Moderna de 1922, o escritor Mário de Andrade. A importância do movimento modernista brasileiro. O clássico Macunaíma, considerado um "espelho-crítica" da formação do homem brasileiro."



Fonte: YOUTUBE

domingo, 13 de setembro de 2015

Exposição: Aves - por uma estética da natureza

"Do dia 10 ao dia 30 de junho de 2015 a exposição 'Aves – por uma estética da natureza', de João Paulo de Melo, ficou na Estação de Metrô Vila Madalena, pela Linha da Cultura, do Governo do Estado de São Paulo, com o apoio da Editora da Gente.
E a Curadoria do Artista foi realizada por Adenildo Lima."

Cartaz de abertura

Cartaz de divulgação





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quarta-feira, 9 de setembro de 2015

Ferreira Gullar - Encontro marcado com a arte

"Programa Encontro Marcado com a Arte, exibido pela TV Educativa, gravado em 1996. Nesta entrevista Ferreira Gullar fala sobre sua paixão pelas artes, poesia, infância e exílio. Ferreira Gullar, pseudônimo de José Ribamar Ferreira é um poeta, crítico de arte, biógrafo, tradutor, memorialista e ensaísta brasileiro e um dos fundadores do neoconcretismo."



Fonte: Encontro marcado com a arte

terça-feira, 1 de setembro de 2015

Exposição: Aves – por uma estética da natureza

"Do dia 10 ao dia 31 de maio de 2015 a exposição 'Aves – por uma estética da natureza', de João Paulo de Melo, ficou na Estação de Metrô Jardim São Paulo - Ayrton Senna, pela Linha da Cultura, do Governo do Estado de São Paulo, com o apoio da Editora da Gente.
E a Curadoria do Artista foi realizada por Adenildo Lima."


Cartaz de abertura


Cartaz de divulgação





Mais fotos, acessem: Editora da Gente


Trecho do poema Café Vermelho


quarta-feira, 12 de agosto de 2015

cantoria da noite

quando você não disse nada
foi tudo o que eu queria ouvir:
o teu silêncio, o teu sorriso,
o teu jeito de me olhar
e as palavras guardadas
no silêncio poético
da nossa existência.
quando se ama, meu bem
a vida ganha sentido e tem sentido
para saborear o silêncio
e ouvir a cantoria da noite
Adenildo Lima

segunda-feira, 3 de agosto de 2015

Falando sobre os meus livros e sobre projetos futuros

O poeta Adenildo Lima fala dos seus três livros publicados, comenta sobre a recepção honrosa da Presidenta Dilma Rousseff, ao ser atenciosa com ele, como escritor e com a literatura brasileira, ao receber o livro A parteira. Fala também sobre a carta que ela, a Presidenta, lhe enviou como forma de agradecimento, ao receber o seu livro. E faz comentários sobre alguns projetos futuros.


Fonte: Youtube


sexta-feira, 24 de julho de 2015

Agridoce

Por que falas tanto de amor?
Perguntou a paixão, deverias vivê-lo, disse.
Ah, sim, respondeu o amor, e continuou,
A paixão deixa o amor agridoce.
E é necessário?, perguntou ela.
Sim, disse o amor, e acrescentou,
Sem você o amor fica muito racional.

Adenildo Lima

sexta-feira, 26 de junho de 2015

Flor de jasmim

Observo-te flor do campo com essência
De jasmim. Em mim teu cheiro adentra a alma
E acalma o ensejo da luta na existência
De tê-la um dia na fantasia que clama.

A noite cai. Imagino teu olhar no meu.
A tarde entardece. Sinto sua ausência.
Sonhando recrio o que não nasceu,
Mas floresceu o amor como a adolescência.

E o amor é sempre criança que sonha
Nos braços da pessoa amada, desejada;
Que quer carinho. Ah, o amor é como fronha:

Abraça e envolve o ser e a vida sonhada.
Ah! quero a simplicidade dos lírios
E a essência das flores na caminhada.

Adenildo Lima