sábado, 24 de outubro de 2015

O mundo de Vinícius: Lançamento em dezembro

No dia 12 de dezembro, num sábado, às 3h, rua Fradique Coutinho, 915, Vila Madalena, na Livraria da Vila.

O livro narra a história de uma criança que diante do caos que o planeta Terra vem passando: o descaso com a vida, a água doce correndo o risco de acabar, o ser humano se maquinizando cada vez mais... Vinícius resolve construir um novo mundo e, para isso, precisa da conscientização de cada um de nós.

Em breve mais informações sobre o lançamento e sobre o livro




Acessem:

Facebook do livro:

O mundo de Vinícius

segunda-feira, 5 de outubro de 2015

Entre Linhas Entrevista: Escritor Adenildo Lima

Abaixo segue uma entrevista - na íntegra - que concedi ao blog Entre Linhas:

"No blog, entrevistamos o escritor Adenildo Lima, autor de A Parteira, que em breve terá uma resenha publicada aqui. Abaixo uma deliciosa entrevista onde podemos aprender com suas sábias palavras e pensamentos, acompanhe:


1.            De onde surgiu a motivação para ser escritor e se alguém o influenciou?

Não me lembro de ter sido influenciado por outra pessoa para iniciar meus escritos, mesmo tendo plena consciência que sempre somos influenciados por alguma coisa ou pessoa e, em especial, as experiências vividas no dia a dia.  Acredito que na minha infância o que me despertou ao gosto pela leitura foi ouvir meu pai lendo a bíblia e ensinando-me a lê-la, e minha mãe declamando alguns poemas populares, desses que passam de geração em geração, e um primo meu que quando passava por lá, onde eu morava, contava histórias. E isso, penso eu, aguçou em mim a busca pelo sabor das palavras. Por outro lado, é importante ressaltar que tive a minha infância e adolescência num sítio, no município de Colônia Leopoldina, uma pequena cidade no estado de Alagoas, para chegar a uma escola precisava andar de uma a duas horas a pé. Ou seja, os primeiros contatos que eu tive com a leitura foram ao observar o raiar do sol pela manhã, ouvir o cantar dos pássaros ao amanhecer de cada dia e sentir o cheiro de terra adentrando minhas narinas, trazendo-me cheiro de vida, essência poética para o meu existir. Já aqui em São Paulo, quando cheguei em 1998, fiquei perplexo com o contraste vivenciado por mim: a correria, o barulho dos carros, muito diferente do canto dos pássaros lá no Nordeste. Mas, hoje, estou completamente habituado na cidade grande, sem perder a minha história, a minha narrativa, a essência de tudo o que me faz ser o que sou atualmente.


2.            Por que você gosta de escrever?

Escrever é o que me faz viver. Não me vejo sem escrever. Acredito que a minha vida não teria graça se hoje eu não estivesse saboreando o sabor de cada palavra, vivendo a experiência de cada personagem. Às vezes eu penso que se não existisse a arte, a vida seria um vão sem essência, sem sabor, sem cor; neutra.


3.            Quais são os livros/autores/personagens favoritos e porquê?

São muitos. Só este ano já li 18 (dezoito livros), e só se passaram quatro meses de 2015. Mas vou aproveitar a oportunidade para falar do livro que acabo de concluir a leitura: Diário de Bitita, de Carolina Maria de Jesus. Diário de Bitita é um livro que em cada linha discorre um pouco de vida, de morte, de amor, de dor, ao descrever a vida da própria autora, em tom poético. Ela escreve com maestria, mostra um Brasil dos primeiros 50 (cinquenta) anos do século 20, diante de todos os seus percalços e sonhos, na esperança, no olhar de um povo alegre e sofredor. Diário de Bitita torna-se leitura necessária para quem deseja conhecer um pouco mais desse nosso país chamado Brasil, e para quem gosta de apreciar a boa literatura. E, por outro lado, para quem deseja conhecer um pouco mais da face humana refletida em vários reflexos, multifacetada.


4.            Quais e quantos livros lançados e como se deu a carreira?

Até o momento tenho três livros publicados. Comecei em 2009 com o livro: “O copo e a água”, literatura infantil. E estou trabalhando para publicar a 2ª edição, este ano. Depois veio em 2012 o livro de poemas: “Lobisomem pós-moderno”, em parceria com o poeta Márcio Ahimsa, com cinquenta e poucos poemas de minha autoria e cinquenta e poucos poemas de autoria dele. E só um poema é em coautoria. E no final de 2013 publiquei “A parteira”, que é um poema narrativo composto por um pouco mais de 1500 (mil e quinhentos) versos. Em 2014 ficou com o 2º lugar no Prêmio Poetizar o Mundo com Livros.


5.            Você utiliza algum material como referência para escrever, ou é pura e simplesmente inspiração momentânea?

Sinceramente, não acredito que “inspiração momentânea” possa transformar alguém em escritor. Acredito que todo o escritor precisa ler e ler e reler tudo o que ele puder e estiver ao seu alcance. Escrever, ao meu ponto de vista, é um processo contínuo, que exige paciência, dedicação, amadurecimento e coragem. Sim, coragem, escrever também é um ato de coragem. Escrever é inventar novos mundos, pessoas... é desnudar-se em cada obra concluída.


6.            O que você mais gosta nas próprias histórias e se o seu gênero literário encontra dificuldades no mercado?

Acredito que dificuldades sempre vamos encontrar. E isso não é ruim. Ajuda o artista a amadurecer mais. O que eu mais gosto no que escrevo é quando recebo o retorno de algum leitor, de alguma leitora, é o maior prêmio.


7.            De qual forma, ser escritor afetou a sua vida e quando a escrita virou profissão?

É sempre uma felicidade muito grande, a cada momento que concluo algum trabalho literário. E no ofício de escrever vou ser sempre amador. Quando a escrita vira profissão muitas vezes o escritor deixa de escrever por si, perde a essência. E é importante dizer que desejo muito poder viver dos meus escritos, mas que isso não seja uma profissão. Na vida de escritor quero ser como uma criança que brinca, que encontra sentido nas coisas mais simples, que nós adultos, não conseguimos observar no dia a dia.


8.            Uma dica valiosa para novos escritores seria?

Ler e ler e ler e depois reler. Depois escreva, reescreva, escreva e não se canse de escrever. Mostre para as pessoas, mas esteja apto e maduro para ouvir críticas, comentários. E tenha muito cuidado com os elogios.


9.            No seu entender, qual o papel do leitor para um escritor?


Sem leitor não pode existir escritor.


10.            Como você enxerga a explosão dos livros digitais e se isso compromete os impressos?

Os livros digitais são bem-vindos. Tudo ganha seu espaço e não tira o espaço do outro, é ilusão pensar que o livro digital vai tirar o espaço do livro impresso. O livro impresso continua. O livro digital ganhará seus adeptos. E o ganho de tudo isso? Teremos mais leitores...


#Pra finalizar um espaço onde você pode deixar o que quiser, o que não foi perguntado, o que gostaria de responder:

Antes de tudo agradeço pelo espaço para poder compartilhar um pouco das minhas experiências com a literatura. Aproveito também para dizer que este ano teremos a publicação da 2ª edição do livro “O copo e a água”, e a publicação de mais um poema narrativo.

As palavras têm sabor, experimente-as...".



quarta-feira, 23 de setembro de 2015

Exposição: Aves - por uma estética da natureza

Do dia 10 ao dia 31 de julho de 2015 a exposição "Aves – por uma estética da natureza", de João Paulo de Melo, ficou na Estação Sé do Metrô, pela Linha da Cultura, do Governo do Estado de São Paulo, com o apoio da Editora da Gente.
E a Curadoria do Artista foi realizada por Adenildo Lima.


Cartaz de abertura

Cartaz de divulgação









Mais fotos, acessem: Editora da Gente

terça-feira, 22 de setembro de 2015

Mário de Andrade: reinventando o Brasil (Mestres da Literatura)

"Grande sucesso exibido da TV Escola, a série Mestres da Literatura nos traz a cada programa informações sobre a vida e obra de grandes escritores brasileiros.

Este episódio revela como se deu a formação pessoal e acadêmica de um dos mentores da Semana de Arte Moderna de 1922, o escritor Mário de Andrade. A importância do movimento modernista brasileiro. O clássico Macunaíma, considerado um "espelho-crítica" da formação do homem brasileiro."



Fonte: YOUTUBE

domingo, 13 de setembro de 2015

Exposição: Aves - por uma estética da natureza

"Do dia 10 ao dia 30 de junho de 2015 a exposição 'Aves – por uma estética da natureza', de João Paulo de Melo, ficou na Estação de Metrô Vila Madalena, pela Linha da Cultura, do Governo do Estado de São Paulo, com o apoio da Editora da Gente.
E a Curadoria do Artista foi realizada por Adenildo Lima."

Cartaz de abertura

Cartaz de divulgação





Mais fotos, acessem: Editora da Gente

quarta-feira, 9 de setembro de 2015

Ferreira Gullar - Encontro marcado com a arte

"Programa Encontro Marcado com a Arte, exibido pela TV Educativa, gravado em 1996. Nesta entrevista Ferreira Gullar fala sobre sua paixão pelas artes, poesia, infância e exílio. Ferreira Gullar, pseudônimo de José Ribamar Ferreira é um poeta, crítico de arte, biógrafo, tradutor, memorialista e ensaísta brasileiro e um dos fundadores do neoconcretismo."



Fonte: Encontro marcado com a arte

terça-feira, 1 de setembro de 2015

Exposição: Aves – por uma estética da natureza

"Do dia 10 ao dia 31 de maio de 2015 a exposição 'Aves – por uma estética da natureza', de João Paulo de Melo, ficou na Estação de Metrô Jardim São Paulo - Ayrton Senna, pela Linha da Cultura, do Governo do Estado de São Paulo, com o apoio da Editora da Gente.
E a Curadoria do Artista foi realizada por Adenildo Lima."


Cartaz de abertura


Cartaz de divulgação





Mais fotos, acessem: Editora da Gente


Trecho do poema Café Vermelho


quarta-feira, 12 de agosto de 2015

cantoria da noite

quando você não disse nada
foi tudo o que eu queria ouvir:
o teu silêncio, o teu sorriso,
o teu jeito de me olhar
e as palavras guardadas
no silêncio poético
da nossa existência.
quando se ama, meu bem
a vida ganha sentido e tem sentido
para saborear o silêncio
e ouvir a cantoria da noite
Adenildo Lima

segunda-feira, 3 de agosto de 2015

Falando sobre os meus livros e sobre projetos futuros

O poeta Adenildo Lima fala dos seus três livros publicados, comenta sobre a recepção honrosa da Presidenta Dilma Rousseff, ao ser atenciosa com ele, como escritor e com a literatura brasileira, ao receber o livro A parteira. Fala também sobre a carta que ela, a Presidenta, lhe enviou como forma de agradecimento, ao receber o seu livro. E faz comentários sobre alguns projetos futuros.


Fonte: Youtube


sexta-feira, 24 de julho de 2015

Agridoce

Por que falas tanto de amor?
Perguntou a paixão, deverias vivê-lo, disse.
Ah, sim, respondeu o amor, e continuou,
A paixão deixa o amor agridoce.
E é necessário?, perguntou ela.
Sim, disse o amor, e acrescentou,
Sem você o amor fica muito racional.

Adenildo Lima

sexta-feira, 26 de junho de 2015

Flor de jasmim

Observo-te flor do campo com essência
De jasmim. Em mim teu cheiro adentra a alma
E acalma o ensejo da luta na existência
De tê-la um dia na fantasia que clama.

A noite cai. Imagino teu olhar no meu.
A tarde entardece. Sinto sua ausência.
Sonhando recrio o que não nasceu,
Mas floresceu o amor como a adolescência.

E o amor é sempre criança que sonha
Nos braços da pessoa amada, desejada;
Que quer carinho. Ah, o amor é como fronha:

Abraça e envolve o ser e a vida sonhada.
Ah! quero a simplicidade dos lírios
E a essência das flores na caminhada.

Adenildo Lima

Zygmunt Bauman - Fronteiras do Pensamento



Fonte: https://www.youtube.com/watch?v=POZcBNo-D4A

sábado, 20 de junho de 2015

MATÉRIA NO JORNAL A COMARCA

Compartilhando a matéria que concedi ao jornal "A Comarca", da cidade de Monte Azul Paulista e região, São Paulo, no dia 14 de junho de 2015, na coluna "Sobre Leitura e Literatura".

"Costumo dizer que as histórias fazem o ser humano e o ser humano se faz presente no mundo como história, já que ele, o ser humano, é o único ser vivo capaz de contar e inventar histórias."


Exposição "As Faces das Mulheres", no Reserva Cultural, SP

Algumas fotos da exposição: As Faces das Mulheres, do artista plástico João Paulo de Melo, que foi exposta no início deste ano, 2015, no Reserva Cultural, na Av. Paulista, 900, São Paulo.

A exposição foi composta pelas obras que ilustram os livros 'A parteira', de minha autoria, e 'Varal', de Maria Vilani.





"A exposição é parte das ilustrações dos livros 'A parteira', de Adenildo Lima, e 'Varal', de Maria Vilani, pintadas em pigmento ou grafite sobre papel canson, do artista plástico João Paulo de Melo.
Em ambos os livros os autores se debruçam sobre a face da existência, retratando a juventude, a velhice, o amor, o tempo, a vida e a morte; ao mesmo tempo em que entrelaçam as multifacetadas tradições que surgem no anseio de um povo que clama por sonhos, amor e se expressam por meio da dor. Em seus versos mostram a imagem de uma sociedade que parece ter urgência para viver".

Para mais informações para saber como foi a exposição e ter acesso a mais fotos, acessem:

Site do Reserva Cultural


Site da Editora da Gente


sexta-feira, 19 de junho de 2015

Nuvens neblinadas

Há um silêncio no ar nos gritos dos olhares caminhantes. Há uma interrogação no ar nas nuvens neblinadas de questionamentos soltos no vão... da existência. O olhar da menina implora uma flor. O sorriso do rapaz abraça a solidão. E milhares de pessoas saem para se olharem nas faces, já que vivemos em tempos remotos, em tempos de amizades virtuais, em tempos de poucos abraços.

E tudo caminha adiante, parece. Os gritos sem harmonia surgem no infinito do corredor, que pode ser perigoso para um futuro prestes, presente. É necessário e importante que o respaldo concretizado nos objetivos sejam concretos. A menina caminha rua adiante e diante dos seus olhos: uma máquina enorme! Alguns deram-lhe o nome de Máquina da Pós-modernidade.

Quando as perguntas se confundem com as respostas e as respostas se desentendem com as perguntas: o que fazer? O sorriso do rapaz parece ser contemplado com uma lágrima. O mendigo continua no mesmo lugar, isto é, se não foi pisoteado. A mãe também continua contemplando o sonho sonhado nos braços de um lar, já que poucos podem ser considerados lares.

Deselegante abraçar as flores sem apreciar os espinhos. É ruim gostar das flores sem espinhos. A semente precisa ser cuidada com carinho e com responsabilidade. Não sejamos hipócritas, pois não cultivar o crescimento das árvores é ignorar que a sua sombra pode nos acolher. Em algum lugar do mundo os soldados marcham conforme determinam seus superiores. Não sejamos máquinas!

E as máquinas podem manipular as imagens, e as flores podem perder a essência. Sejamos cautelosos, pois vivemos em tempos e momentos de festas, em momentos de uivos e de milhões de perguntas. Importante não são os questionamentos, importante mesmo é saber alcançar as respostas.  Porque procurar entender as metáforas é esquecer que vivê-la é mais poético.

Do poema o que ainda me resta é que enquanto milhões não se olham mais na face, a poesia desperta em mim a sensibilidade humana em algum olhar perdido no vão da existência...
Adenildo Lima

P.S.: Este texto foi publicado aqui neste blog pela primeira vez no dia 20 de junho de 2013.

quinta-feira, 30 de abril de 2015

ENTREVISTA QUE CONCEDI PARA O BLOG ENTRE LINHAS

Confira a entrevista que concedi para o blog: Entre Linhas

"No blog, entrevistamos o escritor Adenildo Lima, autor de A Parteira, que em breve terá uma resenha publicada aqui. Abaixo uma deliciosa entrevista onde podemos aprender com suas sábias palavras e pensamentos, acompanhe":

LINK PARA A ENTREVISTA:

http://thieresduarte.blogspot.com.br/2015/04/entre-linhas-entrevista-escritor.html


"Escrever é o que me faz viver. Não me vejo sem escrever. Acredito que a minha vida não teria graça se hoje eu não estivesse saboreando o sabor de cada palavra, vivendo a experiência de cada personagem. Às vezes eu penso que se não existisse a arte, a vida seria um vão sem essência, sem sabor, sem cor; neutra", Adenildo Lima.


sábado, 21 de março de 2015

Exposição As faces das mulheres - no Reserva Cultural

A exposição é composta pelas obras que ilustram os livros 'A parteira', de Adenildo Lima, e 'Varal', de Maria Vilani.


LINKS:

http://www.reservacultural.com.br/?p=1411

http://editoradagente.com.br/eventos.html

sexta-feira, 13 de março de 2015

Exposição no Reserva Cultural

A exposição é composta pelas obras que ilustram os livros 'A parteira', de Adenildo Lima, e 'Varal', de Maria Vilani.



"A exposição é parte das ilustrações dos livros 'A parteira', de Adenildo Lima, e 'Varal', de Maria Vilani, pintadas em pigmento ou grafite sobre papel canson, do artista plástico João Paulo de Melo.
Em ambos os livros os autores se debruçam sobre a face da existência, retratando a juventude, a velhice, o amor, o tempo, a vida e a morte; ao mesmo tempo em que entrelaçam as multifacetadas tradições que surgem no anseio de um povo que clama por sonhos, amor e se expressam por meio da dor. Em seus versos mostram a imagem de uma sociedade que parece ter urgência para viver".

Adenildo Lima

segunda-feira, 9 de março de 2015

Eu falando sobre os meus livros


"O poeta Adenildo Lima fala dos seus três livros publicados, comenta sobre a recepção honrosa da Presidenta Dilma Rousseff, ao ser atenciosa com ele, como escritor e com a literatura brasileira, ao receber o livro A parteira. Fala também sobre a carta que ela, a Presidenta, lhe enviou como forma de agradecimento, ao receber o seu livro. E faz comentários sobre alguns projetos futuros".

https://www.youtube.com/watch?v=XK00VlQ0O-s

Adenildo Lima

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

Relembrando alguns momentos

I. Confiram a notícia que saiu no jornal Alagoas 24 horas:

LinkEscritor alagoano lança livro em São Paulo



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II. Confiram o prêmio que o livro 'A parteira' ganhou o 2º lugar em 2014:

LinkConcurso poetizar o mundo com livros
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III. Leiam a resenha crítica sobre o livro 'A parteira' no Homo Literatus, considerado um dos maiores sites literários do Brasil:

LinkA parteira, do poeta Adenildo Lima, por Márcio Ahimsa
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IV. Vejam a reportagem na Plataforma do Letramento:





















LinkA produção literária para além dos eixos convencionais
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V. Vejam algumas fotos minhas em palestras, eventos, entre outros momentos:


Palestra: A arte, a cultura e o artista no século 21, Grajaú, SP, 2014.

Inauguração de uma Biblioteca, no Grajaú, SP, 2014.

Sarau Poético, Fábrica de Cultura, SP, 2014.

Lançamento do livro A parteira, Livraria Martins Fontes Paulista, SP, 2013.

Pré-lançamento do livro A parteira, Grajaú, SP, 2013.
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VI. Vejam mais informações sobre os eventos realizados desde 2012: www.editoradagente.com.br

Os meus três títulos publicados até agora

Página atualizada em 2019


Acessem a página oficial do livro: A PARTEIRA

A parteira, 2013

Acessem a página oficial do livro: LOBISOMEM PÓS-MODERNO

 Lobisomem pós-moderno, 2012

O copo e a água, 2017



Acessem a página oficial do livro: O COPO E A ÁGUA



Livraria da Gente: https://www.livrariadagente.com.br/produto/64303/o-copo-e-a-agua

terça-feira, 27 de janeiro de 2015

A literatura, a venda do livro e a leitura no Brasil em 2014

Somando-se os totais de vendas dos dez livros mais vendidos no Brasil no passado ano de 2014, teremos o total de 2 911 011 (dois milhões e novecentos e onze mil e onze unidades), número esse ainda insignificante, se considerarmos o nosso contingente potencial de leitura.

Mas, imagina isso: a literatura brasileira não comparece na lista desse ranking e os nossos escritores estão ‘quase’ ausentes, ‘salvos’ pelas presenças de uma mineirinha de 23 anos, Isabela Freitas (Livro: Não se apegue, não!), fenômeno de vendas logo no seu primeiro livro (espécie de auto-ajuda juvenil), e, pasmem mais uma vez: pela participação do pastor Edir Macedo, com o seu livro “O Planeta”, secundados pelo psicoterapeuta paulista Augusto Cury, com o livro “Ansiedade: Como Enfrentar o Mal do Século”.

Outra coisa impressionante (ainda me impressiono com isso), é a triste constatação de que o pastor Edir Macedo, com o livro “O Planeta”, lidera a lista com 752.973 exemplares vendidos, seguido pelo norte-americano John Green, o qual conquistou as três seguintes posições nessa lista:

2º. Lugar, com o livro “A culpa é das estrelas” (Intrínseca): 639.502 exemplares vendidos; 5º. Lugar, com o livro “Quem é Você, Alasca?” (WMF Martins Fontes): 161.954 exemplares; 7º. Lugar, com o livro “Cidades de Papel” (Intrínseca): 143.404 exemplares vendidos.

Com esse desempenho, John Green foi o escritor que mais vendeu livros no Brasil no ano de 2014, ou seja: vendeu 944.860 (novecentos e quarenta e quatro mil e oitocentos e sessenta exemplares).

Dessa maneira, a lista dos 10 livros mais vendidos no Brasil em 2014 é complementada com os seguintes autores e livros: 3º. Lugar: Livro “Ansiedade: Como Enfrentar o Mal do Século” (Saraiva), de Augusto Cury;
346.543 exemplares vendidos; 4º. Lugar: Livro “Destrua Este Diário (Intrínseca), de Keri Smith; 332940 exemplares; 6º. Lugar: Livro “Se eu Ficar (Novo Conceito), de Gayle Forman; 158.189 exemplares; 8º. Lugar:
Livro “Não se Apega, Não (Intrínseca), de Isabela Freitas; 130.054 exemplares vendidos; 9º. Lugar: Livro “O Pequeno Príncipe (Agir), de Antoine Saint-Exupéry; 123.576 exemplares; 10º. Lugar: Livro “A Menina que Roubava Livros (Intrínseca), de Markus Zusak; 121.876 exemplares.

*
Francisco Alves da Costa Sobrinho é escritor, editor e produtor cultural, em Natal/RN.

terça-feira, 20 de janeiro de 2015

Para um minuto de reflexão

Enquanto no planeta Terra existir pena de morte. Nós, ditos humanos, não podemos dizer que somos tão pensantes assim.
Adenildo Lima

segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

Antonio Carlos Secchin

O Histórias de Acadêmicos “Um formalista na transgressão” apresenta a trajetória de Antonio Carlos Secchin, poeta e ensaísta que ingressou na Academia Brasileira de Letras em 2004

Publicado pela primeira vez na internet em 06/08/2012



https://www.youtube.com/watch?v=UfYzcxmIQxA

quarta-feira, 31 de dezembro de 2014

FELIZ 2015





Deixo aqui os meus agradecimentos pelo carinho de todas as pessoas comigo neste ano de 2014. O reconhecimento e o carinho (sempre) das pessoas com o meu trabalho artístico e cultural.

2014 foi um ano muito gratificante...

Costumo dizer que a vida é um diálogo que construímos no dia a dia. Que o diálogo possa fruir mais e mais em 2015. Desejo enormemente um feliz 2015 para todos: Vamos amar mais, vamos sorrir mais, vamos transformar todos os momentos (sempre) em um momento de paz e amor.
Até 2015... E é já...
.... FELIZ 2015 para todos nós ...

Adenildo Lima

quarta-feira, 24 de dezembro de 2014

É natal

É natal. Vamos cantar uma canção, harmonizar com festejos cada momento vivido este ano. É natal. E deixo aqui as minhas felicitações para todas as pessoas que em 2014 fizeram com que a minha existência fosse mais poética e humana.

FELIZ NATAL PARA TODOS NÓS...

Adenildo Lima

sábado, 13 de dezembro de 2014

Infância

A minha infância não é apenas um pouco de mim
Como dizem
A minha infância é o resultado do que hoje
Eu sou

Adenildo Lima

Severino

Qual o seu nome?, perguntou Severino.

Diante de sua pergunta o olhar da jovem parou por um instante. Olhou fixamente para Severino. Não queria responder? Sentiu vergonha de falar o nome? Não se sabe. Por que sentiria? Não existe nome feio. Somos nós que criamos uma narrativa de vida capaz de fazer com que o nome seja exposto e visível na face, no olhar. E o conceito de beleza é relativo.

As pessoas se tornam belas conforme sua essência, sua história. Não posso acreditar que aquela jovem sentia vergonha do próprio nome. Ter vergonha do nome é envergonhar-se de si mesmo. Os preconceitos caricaturados na sociedade não podem ser a base para o Eu de cada indivíduo.

Severino olhou intensamente para ela. Tudo isso ocorreu em questão de segundos. Segundos esses que falaram muito para ele. Sim, é claro, Severino é uma pessoa estudada, sensível à existência capaz de perceber as sensações sentimentais do outro em uma simples olhadela.

Será que ela não vai falar seu nome?, ficou se perguntando Severino. O que pode levar alguém a acanhar-se de si mesmo? Tantas perguntas ficaram rondando a cabeça dele.

E, com uma rapidez na pronúncia, como se não quisesse que Severino entendesse, disse:

Severina. E o seu?

Adenildo Lima

terça-feira, 9 de dezembro de 2014

5ª Carreata Sul-Poética: Um olhar para a poesia

Aconteceu no dia 07 de dezembro de 2014, em um domingo de sol, na zona Sul de São Paulo, no Grajaú, a 5ª Carreata Sul-Poética, idealizada pelo Centro de Arte e Promoção Social, CAPS, com realização dos coletivos do Grajaú. A carreata contou, também, com a presença do ilustre artista Gero Camilo, com a apresentação da peça “A procissão”.

A Carreata saiu pelas ruas do bairro do Grajaú, no extremo sul da cidade de São Paulo, e atravessou a balsa com destino à Ilha do Bororé. Antes de atravessar a balsa, as pessoas desceram rua afora declamando poesia e tirando fotos. Todos em uma extrema comemoração à essência poética.


Quando um grupo de pessoas se harmoniza para celebrar a arte, faz-se parecer nos olhares dos transeuntes um silêncio de contemplação à vida. Viver é poder sentir em cada sorriso a essência dos versos em louvor a existência. É de se admirar e de se respeitar esses seres humanos que dedicam um pouco do seu tempo para esses momentos.

Maria Vilani é um Ser ilustre, todos que a conhece, sabem a mulher incrível que ela é. Vilani corre, entrega-se de corpo e alma à arte, à cultura, carregando em si um objetivo: fazer com que as pessoas sejam um pouco mais humanas, pois eu acredito, sinceramente, que a arte humaniza um pouco mais a humanidade.


Foi lindo de se vê a apresentação da peça A procissão. Gero Camilo é um dos maiores artistas que temos no Brasil, com uma capacidade de interpretação merecedora de aplausos a todos os momentos. E é importante ressaltar que o palco foi montado em cima da grama, com pouquíssimos recursos para a montagem do cenário dramatúrgico. Mas, por outro lado, o artista é, realmente, um grande artista que dispensa comentários, dialoga com o público com uma facilidade movida pela essência poética transmitida através de sua fala capaz de fazer rir e emocionar crianças, jovens e adultos.


A 5ª Carreata Sul-Poética contou com diversas outras apresentações, além das citadas neste texto. Deixo aqui o meu mais sincero respeito e admiração por todos que realizaram esse evento. Em especial a Maria Vilani, para mim umas das maiores poetas que temos entre nós. E, ao ativar a sociedade, ela mostra com maestria o seu lado de Ativista Cultural.

A 1ª Carreata aconteceu em 1991. Maria Vilani, fundadora do Centro de Arte e Promoção Social, é a idealizadora da Carreata Sul-Poética, que tem como principal objetivo promover o encontro dos artistas da região e disseminar a Arte.

Que as pessoas em Ser e Essência sejam e tenham um pouco mais de poesia... Sempre... 

Adenildo Lima

Fonte das fotos:
A segunda foto foi retirada da página:
As demais foram retiradas da página: