IMPROVISOS DE UM LOUCO
escritos e rabiscos de um poeta
quarta-feira, 7 de março de 2012
Lembrete
abs,
adenildo lima.
quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012
flores e pedras
sábado, 4 de fevereiro de 2012
filosofando de brincadeira 10
filosofando de brincadeira 9
filosofando de brincadeira 8
filosofando de brincadeira 7
filosofando de brincadeira 6
filosofando de brincadeira 5
filosofando de brincadeira 3
filosofando de brincadeira 2
quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012
Ilê Aiyê e Criolo - Ilê Aiyê | Que Bloco é Esse?
O videoclipe da música Ilê Aiyê, que traz juntos pela primeira vez o rapper Criolo e o primeiro bloco afro da Bahia, é uma ode ao Ilê Aiyê, exaltando a Liberdade - bairro com a maior população negra do Brasil - e mostrando um cotidiano valorizado pela simplicidade, auto-estima e respeito.
Vem descobrir junto com a gente que bloco é esse!
Direção: Ricardo Spencer
Produção Musical: Daniel Ganjaman
Realização: New Content
música: Ilê Aiyê (Paulinho Camafeu) | introdução: Criolo
quinta-feira, 26 de janeiro de 2012
terça-feira, 24 de janeiro de 2012
labirintos de uma existência
(e quem disse que não é?)
a ficção é uma boa saída
quarta-feira, 18 de janeiro de 2012
Augusta
Amor em 4 atos: Ela faz cinema; Meu Único Defeito Foi Não Saber Te Amar; Folhetim; As Vitrines.
terça-feira, 17 de janeiro de 2012
domingo, 15 de janeiro de 2012
Despedida drástica
E aqui deixo as minhas felicitações pelo seu sepultamento: entre mim e você, senhorita K, não existirá mais nada!
Cordialmente,
Lucas Andrade.
adenildo lima
quarta-feira, 11 de janeiro de 2012
Brasil : dois negros assassinados para cada branco, revela Mapa da Violência
As taxas de homicídio no Brasil no ano de 2010 foram em média duas vezes maiores para vítimas de cor negra em comparação aos homicídios contra brancos. O número consta do Mapa da Violência 2012 divulgado no dia 14 de dezembro em São Paulo pelo Instituto Sangari, que considerou estatísticas dos ministérios da Saúde e da Justiça e se valeu, por exemplo, de documentos como certidões de óbito e boletins de ocorrência.
Além da diferença estatística de assassinatos, a pesquisa mostra ainda que as taxas vêm reduzindo em relação a brancos, nos últimos dez anos, enquanto que, para negros, elas têm crescido.
Na média nacional, em 2002, o mapa aponta uma taxa de 20,6 assassinatos de brancos, a cada 100 mil habitantes, e de 30 para negros. Em 2010, esse índice cai para 15 homicídios de vítimas brancas, mas sobe para 35,9 entre as pessoas negras.
O mapa, que teve divulgada sua 12ª edição desde 1998, fez um levantamento dos homicídios dos últimos 30 anos (1980 a 2010), com detalhamento das taxas de assassinato na década passada.
Conforme a pesquisa, Paraná, Rondônia e Mato Grosso encabeçam a lista de homicídios brancos, respectivamente com as taxas de 39, 25,6 e 20,9 assassinatos por 100 mil habitantes. Já o Nordeste se destaca nas taxas de homicídio contra negros: Alagoas e Paraíba apresentam uma escalada desde 2002 para, em 2010, apresenta-las proporcionalmente 20 vezes maior ao das vítimas brancas. Em AL, a taxa é de 84,9; na PB, 58,8.
Para o coordenador da pesquisa e diretor de pesquisas do instituto Sangari, o sociólogo Julio Waiselfisz, os números revelam também aspectos econômicos.
“Morte de brancos é menos visível na mídia, mas seu menor número pode ser atrelado à privatização do sistema de segurança --quem pode pagar, acaba usufruindo”, disse.
Estados como Pernambuco, Distrito Federal e Sergipe também são mostrados como aqueles em que os homicídios contra negros são mais altos. Para os pesquisadores, o dado é “preocupante”, ainda mais considerada tendência de alta.
Confira a publicação na íntegra na Biblioteca do Portal ANDI.
"É como se uma cidade inteira tivesse sido atingida por uma bomba atômica", disse o coordenador da pesquisa.
Conforme o mapa, o forte processo de interiorização dos homicídios foi observado a partir do momento em que as taxas passaram a sofrer redução em capitais e regiões metropolitanas, na década passada, mas aumento de ritmo em cidades de interior.
Em 1995, por exemplo, enquanto nas capitais a taxa era de 40,1 homicídios em 100 mil habitantes e, no interior, de 11,7, em 2010 a taxa quase duplica no interior (22,1) e cai nas capitais (33,6).
"Em menos de uma década, se esse ritmo seguir, o interior deverá ultrapassar os grandes centros urbanos", disse Waiselfisz. Em coletiva na USP (Universidade de São Paulo), ele afirmou que os trabalhos foram feitos a partir de informações fornecidas ou disponibilizadas na internet pelos ministérios da Saúde e da Justiça, como certidões de óbito e boletins de ocorrência. O Estado em que os índices de homicídios são mais altos, de acordo com o mapa, é Alagoas, seguido por Espírito Santo, Pará, Pernambuco e Amapá.
O estudo aponta ainda que os 17 Estados que apresentavam as menores taxas de homicídio na virada do século tiveram aumentos significativos nesses índices, enquanto em sete outros Estados as taxas caíram. No ano 2000, os sete maiores tinham uma taxa conjunta de 45,6 homicídios em 100 mil habitantes, e os 17 menores, 15,4.
Os dados foram compilados no mapa, para efeito de comparação, e listam ainda conflitos armados como a luta pela independência do Timor Leste --na qual, em 26 anos, 100 mil foram mortos --e a disputa territorial-religiosa entre Israel e Palestina, na qual, em 53 anos (1947-2000), 125 mil foram assassinados.
"Considerando que não temos conflitos étnicos, políticos ou religiosos no Brasil, podemos dizer que se mata muito mais gente aqui do que em outros conflitos armados no mundo", reforçou o coordenador do mapa.
Ainda entre as dez capitais, Recife (PE), com 57,9, é a quarta com mais assassinatos era o primeiro lugar na lista de 2000. São Luís (MA) é a quinta colocada, com 56,1, Salvador (BA) a sétima, com 55,5 (era a 25ª há 10 anos) e Belém (PA), com 54,5, é a oitava --era a 21ª em 2000.
Completam o grupo Curitiba (PR), sexta colocada, com 55,9, Vitória (ES), a terceira, com 67,1, Porto Velho (RO), em nono com 49,7, e Macapá (AP), décima colocada 49 homicídios a cada 100 mil habitantes.
As unidades com as menores taxas, de acordo com o mapa, são Santa Catarina (12,9), Piauí (13,7) e São Paulo, que, com 13,9 homicídios por 100 mil habitantes, tiveram queda de 67% no índice em comparação a 2000.
(Fonte: UOL Notícias, em São Paulo).
terça-feira, 10 de janeiro de 2012
sábado, 7 de janeiro de 2012
sexta-feira, 6 de janeiro de 2012
Tua pele
quinta-feira, 5 de janeiro de 2012
quarta-feira, 4 de janeiro de 2012
segunda-feira, 2 de janeiro de 2012
2012
FELICIDADES PARA TODOS NÓS!!!!!!!!!!
adenildo lima
sábado, 31 de dezembro de 2011
sábado, 24 de dezembro de 2011
É natal...
Os anos passam, as amizades parecem que vão se substituindo por outras; não que elas deixem de existir, mas a distância, os casamentos, as viagens... parece que tudo isso faz esquecer um pouco os contatos. Os abraços se abraçam noutros braços, os carinhos se fazem presentes noutros carinhos... E a vida continua, afinal o amor é um bicho ambulante andante no silêncio barulhento chamado viver.
Feliz natal para todos!!!
adenildo lima
sábado, 17 de dezembro de 2011
é preciso amar
as prostituas
os idosos
as crianças
é preciso amar
os esquecidos
os oprimidos
os sem-moradias
é preciso amar
a mulher que passa
a mulher que fica
o humano que chora
a criança que ri
é preciso amar
sem limites
sem medidas
sem interesses
é preciso amar apenas
pois a pena de quem ama
é simplesmente amar
adenildo lima
sexta-feira, 16 de dezembro de 2011
segunda-feira, 12 de dezembro de 2011
A ditadura intelectual
o solitarismo do amor
sábado, 10 de dezembro de 2011
10 de dezembro
sexta-feira, 9 de dezembro de 2011
lembranças de uma vida
as coisas
as faces do amor
a marca da lágrima
domingo, 4 de dezembro de 2011
a vida é uma longa estrada...
quinta-feira, 1 de dezembro de 2011
terça-feira, 29 de novembro de 2011
la intimidad y la emoción
segunda-feira, 28 de novembro de 2011
beijos
quarta-feira, 23 de novembro de 2011
estar apaixonado
domingo, 20 de novembro de 2011
acorde
falando de amor...
CRIOLO - 4 da manhã
quinta-feira, 17 de novembro de 2011
sonho de amanhecer
quero mesmo é amar sem precisar de ser impedido pelas normas...
adenildo lima
terça-feira, 15 de novembro de 2011
paula
paula, o dia passa, as horas; tudo passa e só o amor permanece em nós. lembro de você dizendo que voltaria depois da festa, e nunca mais voltou. a rua do outro lado de lá continua na minha triste lembrança, éramos tão felizes. a vida é uma surpresa, né, paula? ela surge e de repente termina numa hora qualquer.
lembro de você, paula, e juro que não queria, as lembranças me fazem sofrer, mas é gostoso lembrar de você, as lembranças são sempre boas, ruim mesmo é saber que não voltas mais.
adenildo lima
sexta-feira, 11 de novembro de 2011
Toque de recolher
Na noite em que rolou o cine-debate com “Cortina de Fumaça”, terminado os trabalhos e ao sairmos da Casa de Cultura Palhaço Carequinha, tivemos uma experiência que deixou a todos os presentes bastante perplexos e incomodados.
Nesta noite de sexta-feira era dia de ensaio de uma escola de samba, que costuma ensaiar ali na praça onde se localiza a Casa de Cultura, onde estavam presentes e se divertindo centenas e centenas de adolescentes. A diversão era a marca deste encontro, em que não visualizamos desavenças até o momento em que os agentes da polícia militar resolveram se manifestar impondo o “toque de recolher”.
Embora tal prática seja inconstitucional, e diferentemente de outras localidades, não está definida legalmente – ainda que inconstitucional – os milicianos que estavam no local desde o início da festa, por volta das 23hs, logo após cessar o batuque da bateria, iniciaram uma ação para a desocupação do local, no sentido de limpar a praça dos “indesejáveis” adolescentes que somente estavam ali para se divertir.
Ressaltamos que o distrito do Grajaú é o mais populoso da cidade de São Paulo, contando com uma população de mais de meio milhão de habitantes, sendo que a única Casa de Cultura da região é esta onde foi realizado o cine-debate na última sexta-feira, motivo pelo qual a praça em frente tornou-se um ponto de encontro dos adolescentes e jovens da região.
Em conversa com os moradores da localidade, revelou-se que se trata de uma prática comum a polícia militar, após determinado horário, realizar operação para a expulsão da galera que fica ali na praça, sendo que houve relatos de que já houve situações em que os policiais se utilizaram da força física e bombas de gás lacrimogêneo (alcunhadas de bombas “de efeito moral”) para forçar a saída dos adolescentes.
Neste dia percebemos que não foi necessária a utilização de tais aparatos, pois a operação foi realizada utilizando-se “apenas” da força intimidatória das fardas e armas militares, além dos comandos de voz bradados aos grupos de adolescentes de “sai daqui agora que eu to mandando”, “se vocês não saírem chamaremos o choque e atacaremos bombas”.
Todas as pessoas do grupo que acabara de sair do debate ficou bastante impressionada com a movimentação ocorrida, ao perceber que os adolescentes se deslocavam como gados rumo à retirada da praça pública.
Neste momento membros da equipe do CEDECA Interlagos se dispuseram a conversar com o comandante da operação para entender o porquê da ordem de retirada, e o comandante, com armas em punho, afirmou que o que estava fazendo estava direcionado ao “bem dos próprios adolescentes”, à garantia da “ordem e da incolumidade pública”, e que estaria, segundo seu entendimento, amparado constitucionalmente para a realização daquela operação.
Enquanto a equipe do CEDECA, do coletivo DAR, do Imargem e do CEDHP, estavam conversando com o comandante, a praça foi aos poucos se esvaziando por completo, e os adolescentes se deslocando na tentativa de acharem um outro local onde pudessem permanecer e se divertir.
Relatamos aqui esta experiência no sentido de se dar transparência à forma como que o Estado de São Paulo vem “cuidando” de seus adolescentes, especialmente aqueles com morada nas periferias da capital, o que nos dá provas concretas de que o “toque de recolher” vem se disseminando ampla e indiscriminadamente na sociedade.
Como calar é sinônimo de consentir, viemos aqui nos manifestar para que não fiquemos inertes diante de tamanha violação do direito de ir e vir das pessoas, dentre as quais se incluem os adolescentes, que independentemente de estarem na periferia ou na região central da cidade, têm o mesmo direito de se divertirem e de se sentirem livre para isso.
Por fim, deixamos aqui aos interessados, a matéria produzida pelo Coletivo DAR sobre o ocorrido, que traça uma comparação dentre a cena de “toque de Recolher” ocorrida no dia do cine-debate no Grajaú e a cena ocorrida com os alunos da USP e os policiais militares de plantão na Universidade, esta, diferentemente da primeira, televisionada amplamente pelos meios de comunicação de massa.
Por CEDECA Interlagos: http://cedecainterlagos.wordpress.com/
Confiram no link abaixo da USP ao Grajaú
http://coletivodar.org/2011/10/da-usp-ao-grajau-o-fascismo-em-dois-atos/