domingo, 30 de março de 2014

Agenda do "Sarau Poético", abril, 2014




Sarau Poético -  4ª apresentação

Local: Fábricas de Cultura Vila Nova Cachoeirinha

Abril – Dia 29 – Terça-feira – 14h30 – Biblioteca

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Sarau Poético - 3ª apresentação


Local: Fábricas de Cultura Jaçanã

Abril – Dia 25 – Sexta-feira – 14h30 – Biblioteca

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Sarau Poético -  2ª apresentação


Local: Fábricas de Cultura Jardim São Luís

Abril – Dia 16 – Quarta-feira – 14h30 – Biblioteca

Mais informações: Clique Aqui  


Sarau Poético  - 1ª apresentação


Local: Fábricas de Cultura Capão Redondo
Abril – Dia 9 – Quarta-feira – 14h30 – Biblioteca

Mais informações: Clique Aqui 


Eu, Maria Vilani e Diego Muñoz.
Apresentação do "Sarau Poético" no Palácio das Convenções, Anhembi, ao convite da São Paulo Turismo, 2013.
Foto: Roberto de Lima.

Link para acessar o álbum de fotos: FACEBOOK DO SARAU POÉTICO


Adenildo Lima

terça-feira, 25 de março de 2014

A parteira

Ao pedido de algumas pessoas, compartilho mais algumas informações sobre o meu mais recente livroA parteira.

A parteira é um poema narrativo, escrito em versos decassílabos, compondo um livro de 124 páginas.


A parteira
Adenildo Lima
editora da gente
124 páginas
R$ 30,00

Onde comprar?



Sinopse:
  
A parteira, a meu ver, é o Grito Social mais urgente, depois de Morte e Vida Severina, de João Cabral de Melo Neto; e Poema Sujo, de Ferreira Gullar, que li até hoje. É uma narrativa artisticamente trabalhada! Modestamente eu sei reconhecer o valor de uma obra literária. Este poema é de uma riqueza inigualável! Em todos os aspectos, parece que nasceu do jeito que se lê, não me parece ter um desleixo, um excesso.

Dias Miranda - Escritor e dramaturgo



Trecho do prefácio:

"Esta é uma poesia de vozes e tradições misturadas, que proporcionarão experiências diferentes a cada leitura. Mas imagino que todas passem pela análise da sociedade brasileira por um viés de crítica diante da situação de orfandade em que se encontram milhares de brasileiros. A cada verso, o leitor é chamado a reparar a condição do outro, viver a experiência do outro, e, assim, reavaliar sua visão do mundo e suas atitudes para transformá-lo. (...)

A parteira é um poema de narrativas, de protagonistas que se alternam e se ligam por uma linha tênue, apenas um pequeno veio de água correndo que, no meu entendimento, é a vida. São vidas que estão por um fio, porque as histórias se passam na secura da nossa terra, onde tudo é escasso. Até o amor – um bem que, na caracterização dos personagens, parece nascer com as mulheres e que os homens ainda estão procurando".


Isabel de Andrade Moliterno - Mestra e doutora em Letras pela Universidade de São Paulo (USP).

Lançamento na Livraria Martins Fontes Paulista, 07.12.13






Matéria no jornal Alagoas 24 horas:

http://www.alagoas24horas.com.br/conteudo/?vCod=172717

Lançamento na Casa de Cultura Palhaço Carequinha, Grajaú, SP - 09.11.13. Teve a participação do cantor e compositor Diego Muñoz. E exposição de artes plásticas dos artistas: João Paulo de Melo, que fez a capa. E alguns quadros de Ricardo Negro.



Fotos retiradas da página:

https://www.facebook.com/pages/A-parteira/180233408835733

Créditos das fotos: Roberto de Lima

Site da Editora:

http://editoradagente.com.br/

Adenildo Lima

segunda-feira, 24 de março de 2014

Valencianas: o bom com o bom fica bom demais




Que Alceu Valença não precisa de definições para a sua carreira artística, isso é sabido. Ele é um “monstro” da música brasileira. Por outro lado, sempre que o bom faz uma junção com o bom fica bom demais. Não que o Alceu não seja bom demais. Isso, também, todo mundo sabe. Mas quero falar do espetáculo que assisti domingo, 23 de março, no Sesc Vila Mariana, aqui em São Paulo.

Valencianas. Este é o nome do espetáculo que se apresentou sexta, sábado e domingo, que é a junção da Orquestra Ouro Preto com a brasilidade musical de Alceu Valença. A apresentação foi realmente emocionante do início ao fim.

Pura poesia no palco!

A orquestra regida pelo maestro Rodrigo Toffolo, logo no início recebeu palmas da plateia de pé e, em seguida, por diversas vezes. O público foi ao delírio. A brasilidade da música e da poesia do nosso mestre Alceu com a junção harmônica da batuta regida nos versos de cada instrumento musical foram, sem dúvida, de derrubar lágrimas dos olhos.



Rodrigo Toffolo agradeceu com tom de voz, também, assim como o público, emocionado. A plateia foi parte do espetáculo do início ao fim, muito cordial, educada, ovacionando o espetáculo, cantando e com um sorriso no olhar repleto de felicidade.

E foi impossível não perceber a alegria estampada no rosto da jovem artista com o seu instrumento, ali, no lado esquerdo do palco. Ela ria, ela cantava e tocava em êxtase. O seu olhar, o seu comportamento demonstravam a honra que estava sentindo ao lado de Alceu.



O Show foi um espetáculo à parte. A Orquestra Ouro Preto e Alceu Valença com seu violão e sua voz, “La Belle de Jour”, levaram aos nossos ouvidos o som do “Sino de Ouro”, deixando o sentimento da plateia ser movido pelo “Coração Bobo”, que só quem ama pode sentir e dialogar com a essência poética provinda do trim, trim da harmonia musical.

Valencianas é um espetáculo que deve e precisa se apresentar em todos os países do mundo, para levar e compartilhar com todos e para todos uma das melhores músicas do planeta: a música brasileira.



Parabéns, Alceu, pelo seu carisma. E parabéns pelo presente que vocês, juntos, nos deram.

Agora vamos esperar o CD e o DVD do “Espetáculo Valencianas”, conforme anunciado pelo maestro.                                                                                                                           Bom demais!                  
Adenildo Lima

Créditos das fotos: Nathalia Torres

Fotos retiradas da página do facebook:
https://www.facebook.com/media/set/?set=a.802449343117086.1073741891.421332104562147&type=1

sexta-feira, 21 de março de 2014

Revista Cult entrevista a poeta Maria Vilani



A Revista Cult, nº 188, ano 17, deste mês de março de 2014, entrevista uma das mulheres mais importantes da nossa contemporaneidade, principalmente pela sensibilidade humana que ela tem e é, o que tão pouco encontramos no nosso dia a dia.

 O nome dela é Maria Vilani.

Maria Vilani é mãe, é poeta, é professora, é ativista cultural, é filósofa, é Mulher. Nessa entrevista conhecemos um pouco desse ser ilustre que habita entre nós. Ela como poeta, costumo dizer, inclusive falo para ela mesma, que a sua poesia está no mesmo lugar que se encontram os poemas das grandes poetas como Cecília Meireles, Adélia Prado e tantas outras mais. E para mim ela é, sem sombra de dúvida, uma das maiores poetas deste século 21.

A entrevista concedida por ela para a Cult é pura poesia. Existe nas palavras um mar denso de essência: “Não existe arte da periferia, não existe poeta periférico. Existe arte, existe poeta. Só que, para você pular algumas barreiras e chegar do outro lado do mundo, você precisa da moeda. Até o ato livre de ir e vir não é tão livre quando você não tem a moeda para pagar a condução”.

 Maria Vilani é uma voz que vai além dos muros, muitas vezes impostos pelo próprio sistema capitalista que tanto a sociedade almeja. Ela fala da arte como uma voz universal, e é: “A arte chega no recôndito da alma, onde nenhuma outra expressão pode chegar”, diz. “Nós precisamos fazer arte para promover o ser humano porque a arte emerge do ser”.

Maria Vilani nessa entrevista fala de sua vida de mãe, de sua luta há mais de vinte anos, na região do Grajaú, na zona sul de São Paulo, à frente de diversos movimentos artísticos e culturais, fala dos seus três livros publicados, entre eles, “Varal”, livro de poemas publicado em 2012, pela editora da gente. E fala de um sonho especial: “Eu sonho com o dia em que as pessoas se acolham mutuamente, independente da classe social, do poder aquisitivo e do poder intelectual”.

Maria Vilani é verso e se versifica nos versos de sua poesia: “Eu queria ser simples/ Como as pombas/ Que beliscam migalhas/ Atiradas ao chão”, do poema “Apenas uma pomba”.

É uma excelente entrevista, vale a pena conferir!

Adenildo Lima




Varal
Maria Vilani
editora da gente
128 páginas
R$ 30,00

Onde comprar?







Fala e Escrita - Parte 01 - Luiz Antônio Marcuschi

https://www.youtube.com/watch?v=XOzoVHyiDew

parte 2

https://www.youtube.com/watch?v=6y9xK-9bbcw

parte 3

https://www.youtube.com/watch?v=UqSfGyR1ERA

sábado, 15 de março de 2014

Valéria. Quanto valeria Valéria?

A madrugada estava fria. O relógio marcava três horas da manhã. Vinícius olhou para o espelho e perguntou: "Quanto vale uma Valéria?". Valéria Valeria muitas Valérias. Era a mulher que ele amava; aliás, que tanto amou. Sim, que tanto amou. E todas as demais mulheres na vida eram o reflexo de Valéria.

Uma taça de vinho, duas taças de vinho, três taças de vinho. O dia parecia querer amanhecer. E ele olhava dentro dos olhos dela procurando Valéria. Valéria não aparecia e, quando aparecia, sumia tão rapidamente. "Uma noite de amor não pode ser apenas uma noite de amor", pensava ele. E Valéria estava adormecida. E ele pensava que Valéria já não valeria mais tanto assim.

Um passeio no parque. Um momento distraído no voo para Paris, enquanto conversavam dizendo que se o avião caísse tudo acabaria ali. Eles riam como duas crianças descobrindo os segredos da vida. Valéria amava Vinícius, é claro! Quem diria que não?  E Vinícius amava Valéria, é claro! Quem diria que não?

E juras de amor eram feitas a todos os momentos...

De volta ao Brasil. Vinícius voltou só. Valéria ficou um pouco desfrutando Paris. Um mês, dois meses, três meses e nada. Vinícius se encontra com Valéria: jovem, sorriso extravagante; ao contrário de sua Valéria que já não era tão jovem assim. Ele beijou Valéria. Beijou Valérias. Valéria. Quanto Valeria Valéria?

Valéria estava noutros braços...

Vinícius vai para a Holanda. Sim, Vinícius sonhava que podia encontrar Valéria na Holanda. E encontrou. Sorriso meigo, semblante doce no olhar, pele suave, voz atraente e calma. Na Holanda Vinícius sentiu que estava amando Valéria. E Valéria também. Mas no frio da madrugada ele perguntou quanto valeria Valéria, ali, deitada sobre a cama, seminua; aliás, uma verdadeira obra de arte. Vinícius beijou os lábios de Valéria. Ela sorriu.

Valéria passou a ser para ele tantas Valérias...

Vinícius foi para Paris. Valéria estava casada, e com um filho. Sentiu que já não era mais o amor de Valéria. Foi atrás doutra Valéria. Quanto Valeria Valéria?, perguntou. Valéria valeria cada segundo que viveram juntos, cada beijo que deram, cada abraço sentido e vivido, cada olhar apreciado. Valéria valeria o valor que desfrutaram juntos.

Era preciso encontrar outra Valéria, pensou Vinícius. E pegou um voo para Londres...

Adenildo Lima


terça-feira, 4 de março de 2014

A importância das coisas, por Márcio Ahimsa

A importância das coisas
(Márcio Ahimsa)

Para mim é difícil e por deveras doloroso, pois nada tenho com a vida alheia e confesso mesmo que, pouco me interessa os modos, a aparência do outro, ter de abordar algo que nada tenha a ver comigo, pelo menos diretamente. Podem, por indução da afirmação, acusar-me de indiferente. Sou, confesso, nesses percalços, dada a gravidade com que me foi concebida a personalidade, fugindo a relatos mais íntimos, atenho-me a dizer que foi como a de milhares de outras pessoas, dado este que não me faz ser melhor nem merecedor de uma atenção mais refinada por parte de ninguém. Porém, tantos fatos cotidianos chamam-nos a atenção. Ainda mais quando o prazer, o verdadeiro sentido da vida, dá-se por senti-la assim, pelos pormenores, coisas pitorescas, que trazem algum brilho nos olhos pelo fim da tarde. Quem é poeta, por fim, escreve qualquer verso livre. Quem é filósofo, devaneia seus pensamentos insólitos ou não, e chega a alguma conclusão ou divergência. Mas o ocorrido é tal e fato. A tarde caía lenta com um verão assimétrico, dado o fervor com que atulhava por volta do meio dia e com que se disseminava pela tarde em aguaceiro, coisa normal e do clima tropical que qualquer país um pouco abaixo da linha do equador tem. Aqui, cidade de São Paulo, conhecida como terra da garoa, não é diferente. Com o calor, percebe-se naturalmente as pessoas agitadas e com as vistas cansadas, todas marchando rumo a algum destino. Uma mulher robusta, fatigada pelo sol quente, segurava as pernas encostada próxima à entrada de um banco. Motoboys entravam e saíam com suas pastas pretas, com suas mochilas abarrotadas de papéis. Nada de anormal, a não ser pelo fato dessa mulher se deixar cair e desfalecer os sentidos. De início, ninguém dera pelo seu mal estar. Acresce que ela caíra de cócoras, deslizando levemente as costas pela parede e permanecera ali, sentada, com a cabeça enfiada entre os joelhos. As mesmas pessoas entravam e saíam do banco sem darem pela existência dela. Passou uma tropa de policiais que faziam a ronda a pé, também não deram pela presença da senhora. Uma velhinha de cara chupada, por fim, percebe a desvalida caída e tenta reanimá-la. Enquanto isso, um grupo de rapazes observa as garotas passarem com seus decotes. Um deles diz: - Essa é gorda, estou fora. Outro concorda com a cabeça e repara as nádegas avantajadas de outra moça que passa com um short jeans justo e apertado. O meliante insiste em pedir uns trocados e conta sua história de que não tem família e precisa comer, pois, segundo ele, faz dois dias que não come nada. Sua cara inchada em decorrência dos males do fígado o condena, e poucos o ajudam. A mulher continua caída e a senhora tentando reanimá-la. Esta, por sua vez, tenta chamar ajuda. Fala para o camelô que possui uma banca de CDs piratas que há alguém passando mal. Este passa os olhos pela mulher e diz para a velha que é vertigem. Basta tomar um gole d`água que passa. A velha então se dirige ao boteco mais próximo e pede um copo com água e explica que é para alguém que está passando mal. Quando volta, a moça já não estava mais ali. Havia recobrado os sentidos. Levantara-se então e foi embora. A velha toma a água e, sem entender nada, segue também o seu rumo.

O que há de interessante nesse acontecido é que, na verdade, não há nada de interessante. Voltei para casa cheio de cenas na cabeça. Um calor insuportável me corroendo o cérebro. No caminho, sempre sigo com cabeça sempre ereta, com o olhar sempre direcionado para frente. Desconheço os lados da rua. Percebo sempre os vultos das pessoas. Às vezes, surpreendo-me sendo chamado por algum conhecido. Fato que considero normal, mas que não dou muita importância, pois sou despercebido de mim mesmo. Na rua onde moro, percebo apenas que sempre as mesmas pessoas estão sentadas no meio fio em frente de suas casas. Percebo que algumas senhoras estão ali apenas para observar o viver alheio. Para comentar sobre determinada garota que perdeu a virgindade, ou sobre aquele rapaz que, de vez em quando, resolve enrolar o seu cigarro de maconha e fumar discretamente. Percebo também que um negrinho é mal visto pelo dono do mercadinho do bairro, pois anda descalço e com as roupas em molambos. Percebo também que os melhores amigos também são todos cheios de bobagens e que também julgam as pessoas pela aparência. Percebo que ninguém é perfeito e que, por isso mesmo, nada tenho que achar de correto ou errado em os seus atos. Mas afinal, porque falar de coisas sem importância. Confesso, não sei. Apenas meneio a cabeça em aceno e cumprimento que, para mim, nada significa, pois é apenas um gesto involuntário. Se me cumprimentam, ou não, tanto faz. Isso é algo que me tenho comigo. Alguns, creio, não vão muito com minha cara e minha indiferença. Eu também os compreendo. Sou assim mesmo. E não ha nada que me faça sorrir ou chorar, além de me sentir feliz comigo mesmo. E essa tolice toda nada tem a ver com confissão ou arrependimento. É algo que desejo falar, para eu mesmo ler, para eu mesmo contemplar e raciocinar. Só sei, nesse meu aprendizado de vida, nessa filosofia intrínseca minha, que amor ou desamor, nada tem a ver com o jeito de ser de cada um. A velha senhora não chamou o resgate, mas nem por isso seu ato foi menos nobre ao buscar um copo dàgua, nem do camelô, que apenas a instruiu a pegar o copo de água e não deu maior importância para o caso. Na verdade, todo mundo é assim, todo mundo tem medo de se intrometer e se ver no lugar de outro. Todo mundo é mais ou menos relapso, é mais ou menos curioso. E, de natural, é tudo e toda conduta humana, pois que o mundo é um caldeirão de pessoas vivendo suas vidas conforme suas crenças, culturas, aprendizados, etc. Eu, de vez em quando choro, mas minhas lágrimas também não querem dizer nada.

De interessante é saber que minha morte é apenas mais uma morte em meio a milhões de outras mortes, que meu amor, se é que há algum amor em mim, é apenas um amor dado a qualquer ser deste mundo, que minha dor é apenas uma das muitas dores que já tive e terei. Que meu viver no mundo não é mais que o viver de uma minhoca. Que minhas palavras não são nada mais que pensamentos que resolveram escapar da minha cabeça e que a ilusão existe sempre para confortar os medos, e que os sonhos são apenas nuvens que sobrevoam nossa consciência para nos matar menos dolorosamente que a espada. Afinal, morrer agora, ou morrer daqui a 30 anos é a mesma coisa, pois será sempre o mesmo eu que morrerá. Essa frase, confesso, não é minha, é de um escritor Argelino, que gosto muito. Mas também não tem importância, pois é a mais pura verdade, e não é só dele, nem minha, é de todos. Só sei que me despeço de mim, um pouco, a cada dia. E que todas as bobagens que penso, não passarão de um mero rascunho esquecido aqui nessa gaveta virtual.


Fonte: https://www.facebook.com/marcio.costa.794628?hc_location=timeline

Acesse também:

Blog:

http://tecerpalavras.blogspot.com.br/

Coluna no site Homoliteratus:

http://homoliteratus.com/o-ethos-vida-o-tempo-e-o-amor-na-poesia-de-maria-vilani/


domingo, 2 de março de 2014