terça-feira, 15 de maio de 2012

Incógnita

A vida é uma incógnita. Uma notícia de alguém que nasce, outra de alguém que, talvez possamos dizer, renasceu; já que o fim é sempre um começo. Para quê? Não sei. No dia a dia aprendi a conviver com a vida pelos momentos vividos: o presente, o hoje, o agora. Amigos se vão, namoradas se vão; tudo se vai. A morte é a separação de algo. Já a vida é o que nos resta. Em alguns momentos as lembranças; noutros, o esquecimento de não querer lembrar mais.

Não sou adolescente, e isso não quer dizer que eu não seja jovem, mas os meus pensamentos não são mais de adolescente. Não tenho esperança de mudar o mundo. Se eu conseguir fazer uma mudança, para melhor, na minha vida e na vida das pessoas que por aquele momento se encontram comigo; já mudei um monte de mundos.

Eu vejo a morte em muitas coisas, assim como vejo a vida: uma criança que nasce pode ser a vida para um e a morte para outro. A morte de alguma coisa sempre acontece: o casamento, por exemplo, é um tipo de morte e de vida. Como?! Não sei! Não tenho a resposta das coisas; já é difícil vivê-las, imagine ficar respondendo-as!

Agora algo eu preservo na vida: procurar cumprir com as minhas palavras, pois elas dizem um pouco do que eu sou...

adenildo lima

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