sábado, 14 de abril de 2012

O nascido depois

Eu confesso: eu
Não tenho esperança.
Os cegos falam de uma saída. Eu
Vejo.
Após os erros terem sido usados
Como última companhia, à nossa frente
Senta-se o Nada.

 Bertolt Brecht - tradução de Paulo Cesar de Souza: poemas 1913,1956. editora 34, SP, 2000.

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