domingo, 15 de janeiro de 2012

Despedida drástica

O que você me falou tão pouco me trouxe importância. As suas palavras foram folhas soltas ao ar, sem nada para me dizer. A mim só resta respeitar. Sei que você é mesquinha. Veste aquele vestido vermelho querendo passar a imagem de uma princesa. Você não passa de uma criança mimada, sendo a filhinha do papai, crescida sem nenhuma identidade própria. O que você é? Saiba: tenho nojo até dos beijos que te dei, dos abraços que nos abraçamos e dos momentos em que desperdicei para conversar com você.

E aqui deixo as minhas felicitações pelo seu sepultamento: entre mim e você, senhorita K, não existirá mais nada!

Cordialmente,
Lucas Andrade.

adenildo lima

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