segunda-feira, 12 de setembro de 2011

A história de Paula

Me chamo Paula, tenho 19 anos de idade. Em pleno início da juventude. Gosto de diversão. Adoro fazer amor. Sim, falei fazer amor. Não me envolvo com ninguém se eu não tiver sentimentos por ele. Sei que muitos dizem por aí que sou uma menina mimada. E outros até falam que sou uma prostituta. E daí? Existe algum crime contra a humanidade por eu gostar de uma vida sexual ativa? Sim, gosto, não necessariamente do sexo. Sexo é banal quando não vindo com amor. Mas no meu caso é ao contrário: se não tiver amor, não tem sexo. Só! E basta...

Eu entendo até quando dizem que sou uma menina e que conheço muito pouco da vida. Mas quem conhece a vida? Talvez eu já tenha vivido bem mais do que alguém que tenha 70 anos. É relativo quando se trata de vida. Meus pais nunca me obrigaram a nada e muito menos a deixar de fazer alguma coisa. Sempre sentaram numa boa para conversar comigo. Sempre procuraram mostrar o ponto de vista deles, com a maior educação possível. E isso possivelmente tenha feito com que eu ficasse madura ainda na adolescência. E ficar madura na adolescência não quer dizer que eu não tenha curtido esta fase tão maravilhosa que todos nós temos. Sim, aproveitei e muito.

Hoje estou com meus 19 anos de idade, quase 20 na verdade, faço aniversário no dia 10 de novembro. Fiz amor pela primeira vez aos 16 anos. Se foi bom? Olha, sinceramente não diria que foi ruim, pois o meu nervosismo atrapalhou um pouco. E posso garantir que Vinícius não teve culpa nenhuma, aliás, ele foi muito carinhoso, procurou me deixar inteiramente à vontade, em nenhum momento procurou ir além do que eu não quisesse naquele momento. Não me arrependo de ter feito amor com ele. Depois nunca mais o vi, acredita? Pois é, fiquei sabendo dois anos depois que ele tinha sofrido um acidente de trânsito. É, a vida é complicada, estive com ele apenas 1 mês, no meu período de férias.

Às vezes acho que sempre fui e sou meio louca. Há um ano moro sozinha. Sim, meus pais continuam me ajudando em tudo o que pode. Lembrando que eles não são pobres, têm uma vida socialmente boa, no sentido financeiro; amoroso também, eles se dão bem, inclusive com meus dois irmãos mais novos: João Vitor e Fabiana.

Estou no segundo ano na faculdade, estou cursando Sociologia, uma escolha inteiramente minha. Conversei com meus pais e eles disseram que eu precisava seguir os meus sonhos e não os sonhos deles. Não sei se vou mudar futuramente, mas no momento estou bem convicta do que estou fazendo. Estou gostando mesmo. E não deixei de lado os meus romances e poemas. Adoro!

Trabalho como estagiária. Ganho pouco, mas me ajuda bastante. Os meus avôs sempre me disseram que o importante é valorizarmos o pouco que temos. Aprendi muito com eles. Eles tiveram uma vida muito difícil, mas educaram meus pais com a melhor educação possível. Sim, estou falando dos meus avôs em geral: paternos e maternos. Às vezes fico no meu quarto pensando, e sinto muita saudade deles. O meu namorado sempre que pode vem aqui no meu habitar. Mas procuro deixar bem claro pra ele que no momento não quero compromisso, quero mais me divertir com responsabilidade. Ele entende, eu acho. Acho também que logo logo a gente termina. Ele parte pra outra e eu parto pra outro. E assim a vida continua...

Como falei no começo meu nome é Paula. Este é um pouco da minha história, talvez se pareça com a sua, mas esta é a minha...rs...

adenildo lima

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