sábado, 20 de agosto de 2011

Pela janela dos olhos

Existem sentimentos que não conseguimos explicá-los. Sim, amigo leitor, começo com esta frase, pois estou assim e, aqui, diante da tela do computador sinto que posso desabafar com alguém. Não que eu não tenha amigos para conversar. Sim, tenho! E grandes amigos. Mas no momento preciso escrevê-los. Parece algo bom, e é! Sempre digo que todos os sentimentos de amor são bons.

É que estou apaixonado...

Sim, não sei se realmente estou, mas algo forte me move. Sabe... aqueles momentos em que ficamos vendo a pessoa amada pela janela do trem, do avião, do carro; pela janela dos olhos? Estou assim. Pior que eu sei que é um amor praticamente impossível de eu conviver. Não tenho nada a ver com ela, e nem ela comigo. Só que eu acredito que ela também está gostando de mim. É complicado!!!

Se eu não tivesse tido aquele encontro com ela, hoje nem saberia da existência dela, como não sabia antes. Agora, querendo ou não querendo ela faz parte da minha vida. Inclusive, gostaria tanto que ela lesse este texto. Sim, sei, ela não vai lê. Só sei uma coisa: quando estamos apaixonados voltamos a ser crianças. Fico pensando deitado no colo dela, sentindo o bater pulsante do seu coração, talvez dizendo que me ama. Imagino a todo momento beijando-a, sentindo o sabor doce de seus lábios e apertando o corpo dela ao meu para sentir seu cheiro adentrando minhas narinas. Sim, sei, amigo leitor, talvez isso nunca aconteça, mas como sempre digo:

A ilusão é a única realidade que eu conheço. E assim espero que isso aconteça um dia...

adenildo lima

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