sábado, 21 de maio de 2011

Pedidos de desculpa

Desculpa, eu nunca quis que fosse assim, mas quando estamos apaixonados não passamos de crianças querendo colo. E choramos e brincamos e gritamos e esperneamos à espera de um abraço. Lembro dos milhares de e-mails que te mandei; você nem dava a mínima. E eu te peço desculpa pelo incômodo. Hoje descobri que para quem ama e está apaixonado não existe idade. Mas não lembro mais de você, como antigamente, tenho-te apenas como uma vaga lembrança do passado. Desculpa.

adenildo lima.

Um comentário:

Emoções disse...

Os poetas não são azuis nem nada, como pensam alguns supersticiosos, nem sujeitos a ataques súbitos de levitação. O de que eles mais gostam é estar em silêncio - um silêncio que subjaz a quaisquer escapes motorísticos e declamatórios. Um silêncio... Este impoluível silêncio em que escrevo e em que tu me lês.