quinta-feira, 28 de abril de 2011

coldplay - yellow

"...sabes?
tu sabes que eu te amo?
tu sabes que eu te amo..."

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a morte

a morte é um sopro muito rápido que passa diante de seus olhos e você não consegue enxergar. uma montanha que cai, uma lágrima que cala a sua voz; o saber que não existe mais. mas morrer não é ruim, ruim é ter a certeza que vai morrer. para quem acredita em vida eterna, a ilusão ajuda um pouco. religiões são analgésicos, alguns tomam tanto que perdem a essência do pensar e caminha dizendo que todos estão perdidos, mas ele está salvo. a morte é algo bom, muito bom, sem ela a vida seria um vazio enorme; um pouquinho maior. para quem morreu, acabou, triste é para quem fica. lembro claramente quando meu pai partiu. a dor existe para quem fica. só que somos pessoas egoístas ao ponto de achar que somos eternos e nos exaltamos com o espelho falseado em nossa frente. ontem duas moças bateram em minha porta, convidando-me para seguir ao deus que ela segue. disse que acreditava apenas no amor. elas riram. depois convidei-as para entrar. elas estranharam de ter encontrado alguém igual a mim. não entendi bem, e nem quis entender, isso não me interessa. mas acredito que tenha sido pelo motivo de eu ter falado que mesmo não tendo religião, aprendi que o respeito é a palavra chave para fazer essa humanidade caminhar menos pior. e conversamso e conversamos e rimos e brincamos e tocamos violões e tantas coisas aprendemos sem precisar de discutir um deus, apenas em nome do amor. a morte caminha, muitas vezes em imagens ambulantes. é preciso ter cuidado. para quem vai, a dor não existe mais, agora para quem fica, fica uma dor, mas também não é eterna. aliás, "o pra sempre, sempre acaba", já dizia Renato Russo. não faço juizo das coisas, e pensar em morrer é morrer aos poucos. é preciso viver, é preciso respeitar, é precios dialogar...

na verdade não ficamos tristes pelo motivo de alguém ter morrido, ficamos por saber, naquele momento, que em breve seremos nós.

adenildo lima.

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Buscas por soterrados em pedreira em Santos entram no 15º dia

As buscas por dois operários soterrados na pedreira Santa Teresa, em Santos (litoral de São Paulo), entram nesta quarta-feira no 15º dia. Eles desapareceram no dia 12, depois de um deslizamento de grandes rochas, e as buscas começaram no dia seguinte, após técnicos concluírem que não havia riscos de novos desmoronamentos.

Equipes da Defesa Civil, do Corpo de Bombeiros e da empresa responsável pela pedreira trabalham no local. Ontem, um grande bloco de pedra que estava na parte de cima da pedreira foi detonado com explosivos. Ele oferecia risco às equipes de resgate que trabalham no local. Nesta quarta, deve ser feito o trabalho de retirada das pedras resultantes dessa explosão.

Há previsão também de detonação das pedras que estão na parte inferior da pedreira e atrapalham o acesso à área onde se acredita que as vítimas estejam soterradas.

Os operários dirigiam um caminhão e uma escavadeira quando o acidente aconteceu. Para a Defesa Civil, é provável que eles estejam soterrados nas máquinas.

"Não conseguimos nem avistar a escavadeira e o caminhão. É um trabalho de longo prazo, não temos como saber quanto tempo vai durar", disse o coordenador da Defesa Civil de Santos, Ernesto Tabuchi.

ACIDENTE

As causas do acidente ainda não estão definidas. A Defesa Civil considera que pode ter havido infiltração de chuva nas rochas, que foram se desprendendo até ruir.

A empresa Max Brita Comercial disse que a documentação está em dia.

Segundo relatos de técnicos da empresa para a Defesa Civil de Santos, não houve sinais de que a rocha poderia se desprender, como fissuras ou estalos.

Outros dois funcionários que estavam na pedreira, Wilton Paulo da Silva Araújo e Cleiton Revertil dos Santos, com idade entre 35 e 40 anos, conseguiram fugir e não foram atingidos.

Todas as famílias estão sendo apoiadas com atendimento psicológico e social, diz a empresa Max Brita.

fonte:

http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/907870-buscas-por-soterrados-em-pedreira-em-santos-entram-no-15-dia.shtml


domingo, 24 de abril de 2011

Familiares de operários soterrados em pedreira acompanham buscas por meio de câmeras em Santos

Familiares dos dois trabalhadores soterrados desde o último dia 12, na pedreira Santa Tereza, localizada na área continental de Santos, nas proximidades da Rio-Santos, quase não têm mais esperanças de reencontrá-los vivos. Para diminuir o sofrimento da espera, a empresa instalou um sistema de câmeras de monitoramento das operações, a fim de que as famílias acompanhem tudo de perto e não corram riscos com as detonações, que vão continuar.

Nesta sexta-feira (22), o trabalho dos bombeiros se concentrou na retirada do entulho decorrente das oito implosões e nos preparativos para a detonação de quatro rochas de grandes proporções, que ainda precisam ser retiradas. As pedras pequenas, que impediam o acesso ao local do soterramento, já foram retiradas.

O trabalho é extenuante para as equipes de resgate, que não diminuíram o ritmo, apesar dos feriados e do calor intenso na região. Um magnetômetro, equipamento que indica a proximidade com metais, foi colocado à disposição dos bombeiros, com a finalidade de localizar os dois veículos que eram operados pelos trabalhadores desaparecidos (um caminhão e uma retroescavadeira), no momento em que foram engolidos pela avalanche. Cães farejadores da Polícia Militar também ajudam nas buscas.

Fonte:
http://noticias.r7.com/sao-paulo/noticias/familiares-de-operarios-soterrados-em-pedreira-acompanham-resgate-por-meio-de-cameras-em-santos-20110422.html

quarta-feira, 20 de abril de 2011

As buscas prosseguem na Pedreira em Santos

Oito dias já se passaram e os dois corpos continuam soterrados, o do meu primo Jocelino, e do colega dele, que não sei o nome. Ontem falei com meus parentes, e a única coisa que podemos fazer é acompanhar o caso. Aqui deixo mais um vídeo da Rede Globo, já que é a emissora que mais está presente neste caso.

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segunda-feira, 18 de abril de 2011

Esta reportagem fala do desbamento da pedreira em Santos...

Dois cidadãos, e um deles, Jocelino, é meu primo, se encontram soterrados no desabamento da pedreira em Santos. Nessa reportagem, meus familiares, os mais próximos a ele (Jocelino), fala do drama e da falta de atenção necessária, do poder público, para o resgate.

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bruce dickinson - jerusalem

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ato democrático

o sono é a morte vivida com a esperança de um novo acordar. já a morte é a partida onde não há mais sonhos, não há mais ganância, não há mais esperança; ela finda tudo de bom ou ruim em um piscar de olhos. assim se faz a democracia da vida.

adenildo lima

bruce dickinson - man of sorrows

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recordações

e quando tudo acaba, restam apenas as lembranças, boas ou ruins, guardadas em algum lugar oculto da nossa existência. e amar passa a ser uma esperança revivida em cada lembrar.

adenildo lima

bruce dickinson - tears of the dragon - acústico

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lembranças

sinto saudades do seu corpo abraçado ao meu nas noites e madrugadas frias aquecidas por nós. lembro quando a porta do quarto abriu-se e você veio vestida de jambo e ficou ali diante de mim. ah, teu corpo pura obra de arte viva fazendo-me ir aos delírios, vivendo o mais louco prazer. e quando senti teus lábios beijando os meus, meu corpo tremeu. o sabor de sua pele... sinto até hoje o bico dos seu peitos pontudos encostando em mim, e o teu cheiro adentrando as minha narinas. como sinto saudades...

adenildo lima

dio - holy diver

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domingo, 17 de abril de 2011

o palco

acordar, deitar, dormir, levantar, andar, deitar, dormir, levantar... são rotinas do dia a dia, e a vida vai passando pela janela do olhar escondida e oculta em alguma lacuna existente. o beijo da mulher amada, passa a ser o beijo maldito, muitas vezes. o esconderijo do mandante passa a ser o medo dele mesmo. o sorriso da criança perde o sentido quando ignorado pelos adultos, e tão poucos adultos conseguem perceber aquele sorriso. uma cachorra perdida, na rua, abraça o primeiro ambulante que passa, e o tem como dono. deita em seus braços, beija o seu rosto; procura um carinho, um abrigo, pois sabe que está perdida, e sente medo... e o medo é a derrota de quem nunca teve a coragem de conhecer a vitória, mas aquela cachorra não tem esse medo, e ela vai à busca da vitória, de um abrigo, de um abraço, de um sorriso, talvez escondido na janela oculta de um humano perverso. acordar, deitar, levantar, dormir, levantar... são relapsos que vivemos todos os dias, mas o artista no palco faz o seu show, o público vai ao delírio e alguma música faz uma moça chorar, e só ela sabe o motivo daquelas lágrimas, mas aquelas lágrimas são observadas por alguém que na plateia também é público, só que poeta, e aos poetas é dado a sensibilidade de capitar as coisas, talvez consideradas mais simples, ou até sem valor para muitos. o artista apenas está no palco fazendo a sua parte, cansado, sorridente; brincando de ser feliz. e como a arte é inexplicável, o artista em si é apenas um humano sofredor cheio de dores e delírios da vida, mas a arte que ele faz serve para alegrar uma multidão. e eu que também sou público digo: que gosto mesmo é do palco, já que o espetáculo da vida é viver. e talvez o nomde daquela cachorra passe a ser vitória, pelo menos para mim.

adenildo lima

quinta-feira, 14 de abril de 2011

cinco contos pra você

paulo sempre teve medo de casar, compromisso para ele, era algo muito sério, por isso preferiu a solidão, já que assim podia desfrutar mais de si mesmo.

adenildo lima

quatro contos pra você

ainda jovem, valéria sonhava em entrar numa universidade para poder desenvolver sua criatividade, mas ao chegar lá descobriu que nem pensar podia, imagina desenvolver suas ideias criativas.

adenildo lima

três contos pra você

érica jurava amor eterno ao seu namorado, mas como o destino não perdoa nada, ele perdeu todos os bens que tinha; e também, por último, érica.

adenildo lima

dois contos pra você

júlia acordou disposta a encarar o mundo, saiu rua afora, sem medo, mas foi só depois de muito tempo que ela descobriu que difícil mesmo era encarar aquele mundo dentro de si.

adenildo lima

um conto pra você

juliana sonhava em casar com o homem perfeito, ao encontrá-lo não soube lidar, já que era um mundo inteiramente diferente do dela.

adenildo lima

zé ramalho e sepultura, dança das borboletas, ao vivo

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vanessa rangel - palpite

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quarta-feira, 13 de abril de 2011

A passagem

Natasha acordou cansada, queria largar a rotina, aquela corda que encurtava os seus passos. Olhou para o espelho do guarda-roupa, percebeu que o tempo estava passando e com ele a sua vida. O rosto já não era mais o mesmo de dez anos atrás. Pensou em casar, formar uma família, ter um filho, um marido que a amasse e um emprego onde pudesse dar o melhor para seu filho. Intacta diante do espelho, com os olhos fixos, encarando aquela imagem com olhar reflexivo. E era uma imagem forte. Uma lágrima caía dos seus olhos. Lembranças iam e vinham matutando em sua memória. E o espelho continuava ali defronte dela.

Aos poucos começou a sentir o gosto amargo e doce da vida. Lembrou da transa que teve com seu noivo um dia antes. Um prazer frio, já que ela era frígida, pois nunca tinha sentido um orgasmo durante os seus trinta anos vividos. E sonhava por este segundo, como qualquer mulher. O seu noivo era um daqueles idiotas que costuma levar flores todos os dias para a namorada, mas esquece dos mínimos detalhes de um relacionamento, porque dizer que ama alguém é muito pouco para quem realmente precisa ser amado. As flores murcham, e se forem artificiais, não têm essência. E pior, ele selecionava sempre flores sem espinhos.

E flores sem espinhos não são flores.

Natasha pensou em desistir do namoro. Pensou em largar tudo e sair mundo afora: sem destino sem hora, embora ela soubesse que a vida passa em cada esquina sem perguntar o horário. Desejou ter um outro namorado, ou pelo menos transar com outro rapaz para sentir uma diferença. Mas a sua cultura não permitia jamais um ato de traição. Preocupada, pensou também em se masturbar. Mas essa cultura não existe para as mulheres, infelizmente ainda há um grande tabu e preconceito. Foi para o banheiro se banhar. Tirou a roupa. Olhou o espelho ali na sua frente. Passou as mãos nos seios, na barriga, no sexo e ligou o chuveiro, e a água banhou o seu corpo.

Depois ela viu o relógio. Já estava atrasada. Maldito relógio, pensou. Decidiu não ir trabalhar. Precisava fazer alguma coisa de diferente. Ficou toda a manhã em casa. À tarde ligou para um amigo, convidando-o para passear. Foram ao cinema, assistiram ao filme A última música. E em seguida sentaram-se numa mesa de bar para saborear um chope. Começaram a falar da vida, da rotina, do futuro, do passado, do presente... e a cada momento percebiam que era tudo igual, só mudava mesmo a época. E por fim, ela confessou que era frígida.

Seu amigo nada disse. Apenas a ouviu com a atenção necessária. E ela dizia que precisava sentir prazer. Ao ouvir isso seu amigo falou:

- Deixa de ser boba, oh menina, o prazer da vida não se resume a sexo. O sexo apenas faz parte, mas não é tudo. Possivelmente você seja assim por não ter uma confiança nos seus parceiros. Muda de namorado, perde o medo de viver. Viver é uma merda, então qual o motivo que te leva a ter medo? Todos vamos morrer, esta vida é uma passagem rápida, e outra, não pense que vai encontrar a eternidade noutros mundos, a não ser, ao se misturar à natureza.

Natasha chorou. Uma lágrima caiu, e olhando para ele disse:

- Preciso pensar sobre muitas coisas, e uma delas é a vida.
- Não pense, viva. E isso basta.

Adenildo Lima

Pink Floyd - Another Brick in the Wall

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brincar de ser feliz

amar é enganar a si mesmo, brincando de ser feliz ao lado de alguém que nunca terás a certeza que realmente te ama.

adenildo lima

do filme ghost

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Dirty Dancing - Time of my Life (Final Dance) - High Quality

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janis joplin - piece of my heart

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terça-feira, 12 de abril de 2011

A alma das coisas

Em comentário ao texto abaixo "O império das máquinas", o poeta Márcio Ahimsa escreve:

"... o homem é a alma das coisas, dos objetos. Os homens morrem, mas as coisas continuam e podem durar uma eternindade, como as pirâmides do Egito, as ruínas de Machu Picchu. E essas coisas vão escravisando a carne humana século após século".


segunda-feira, 11 de abril de 2011

o império das máquinas

uma folha caiu em plena avenida, no meio de centenas de carros parados pelo trânsito misturado com um estresse nos olhares perdidos e solitários. uma criança bate na porta de um bacana e oferece uma bala doce com um sorriso de esperança e transbordando uma inocência ferida. a folha é levada pelo vento e, ali, só o tempo percebe a existência dela. são cinco horas da tarde, os faróis se abrem, se fecham. vêm e vão carros de todas as qualidades. dona lourdes espera o ônibus chegar. sem querer, seus olhos enxergam seus patrões vindo. passam em seu carro e nem um sorriso deram. mas ela sabe que eles fingiram. o ônbus chega, lotado, um espaço apenas não sobra para dona lourdes encaixar seu corpo, mas empurrada pelos demais, consegue entrar. a criança continua tentando vender sua bala doce com aquele sorriso de esperança transbordado no olhar. mas os bacanas fecham os vidros dos carros. e a folha tenta encontrar algum lugar naquela avenida. já dona lourdes sofre apertada dentro daquele ônibus, vendo a vida passar em cada esquina. já os bacanas, controlam tudo em um simples aperto num botão.

adenildo lima

domingo, 10 de abril de 2011

creed - what's this life for

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o que faltou e o que ainda resta

faltou a lápide
para lapidar
a transparência
do nosso amor

faltou um olhar
apenas
para podermos
entender a importância
de sentimento
do nosso amor

faltou o beijo
para completar
os ensejos
desses desejos
do nosso amor

faltou tudo o que ainda falta
mas o amor continua querendo nascer
através
do nosso amor

adenildo lima

sábado, 9 de abril de 2011

pearl jam - just breathe

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Lembrete infantil

No mundo, você pode esquecer de tudo, menos que o amor é a única arma que pode salvá-lo.

adenildo lima

quarta-feira, 6 de abril de 2011

victor e leo - não mais

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silenciando a voz

o meu silêncio diante de ti é uma maneira de falar que te amo sem palavras.

adenildo lima

terça-feira, 5 de abril de 2011

segunda-feira, 4 de abril de 2011

a vida

é noite. e sabemos que é noite porquê o sol deu lugar a lua, mas mesmo assim a lua continua escondida por detrás da poluição dessa metrópole. o cansaço do dia me atormenta um pouco, mas a vida pede forças, pois precisamos viver. lembro do estresse que a vida cotidiana me oferece. no trabalho, já não aguento mais olhar os olhares maquinados das pessoas, complicações de um lado, de outro; de todos os lados. mas a vida diz que é preciso viver. e eu levanto pela manhã, todos os dias, para uma mesma rotina e, sendo sincero, rotina me cansa. às vezes sento num banco, numa praça qualquer e fico observando os pombos comendo as migalhas que restaram, ali, naquele concreto. sem perceber sinto na face uma lágrima caindo, dou-lhe a sinonímia de amor; de amor a vida, talvez. e a vida insiste em dizer que é preciso viver. lembro dos amores que já tive, dos beijos que já beijei, e de todas as mulheres que já amei... descubro que o amor ainda continua sendo a única arma que pode salvar o mundo. levanto do banco da praça e saio caminhando de cabeça baixa, sonhando com a harmonia humana. uma criança olha para mim, sorrindo e, o seu sorriso aberto, e sincero me diz tantas coisas. e uma coisa eu penso, através de um desejo forte em mim: penso que um dia, em algum lugar, todos irão falar no mesmo idioma daquela criança. que as pessoas irão lutar, não por um individualismo capitalista e covarde, mas para transformar o mundo, pelo menos, no lugar em que cada um se encontra.

sonho, também, que um dia não mais escreveremos textos com letras maiúsculas. a desigualdade já é tão grande. e não ignore por eu apenas te amar, já que amar é tudo o que eu aprendi.

adenildo lima

sexta-feira, 1 de abril de 2011

olá

olá, inicia-se mais um mês, agradeço a todos e a todas que visitam este espaço.

adenildo lima