quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

A ponte e a linha

Hoje em meus improvisos com a vida fiquei me perguntando o que é a vida. Acho que todo mundo faz esta pergunta, aliás, é algo tão comum a todo mundo, já que todo mundo vive. Vive? Viver é que é difícil, até tentamos a sobrevivência, mas viver mesmo é complicado, até pelo simples fato de muitos acharem que devemos viver conforme eles imaginam o que é a vida, pois, para mim, e acredito que para muitos, todos devem viver a sua vida, já que a vida é o que vivemos.

Este improviso sai meio que repetitivo, e eu concordo com os amigos leitores, se por acaso houver amigos leitores, talvez exista um amigo leitor, mas quem passar por aqui já meu amigo, mesmo que não seja amigo das noites de bares na grande São Paulo, ou até mesmo aqui, na minha casa, onde ficamos horas e horas bebericando e conversando da vida. Da vida.

É, até tentei fugir da palavra vida e não escrevê-la mais neste texto, só que ela apareceu sem que eu percebesse, e até quis me dizer que ela é o tema principal deste bate papo que estou tento através deste texto. O diálogo.

Em pleno século 21 vejo o diálogo como base principal para uma sobrevivência melhor. ME desculpe, caro amigo, pois estou sempre repetindo a palavra sobrevivÊncia. De repente você não gosta desta palavra e acredita que realmente vive e não sobrevive. Vive? Se você acredita já é um grande começo para sobreviver. Sobreviver?

Putz, como sou chato. Ah, meu sobrinho de 3 anos me chama de tato, mas na verdade ele quer dizer chato. Ele fala e depois sai rindo, e entra na brincadeira comigo. Será que ele já sabe o que é viver, ou o que é ser chato? Vai saber, né...?

É, amigo leitor, vou parar por aqui, já que a vida continua...

adenildo lima.

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