segunda-feira, 17 de maio de 2010

Virada cultural 2010

Nos dias 15 e 16 (sábado e domingo) deste mês, houve na cidade de São Paulo a Virada cultural. É um evento que tem como objetivo deixar a céu aberto cultura espalhada 24h pela cidade. Vem pessoas, praticamente, de todos os estados do Brasil e, possivelmente, de outros países.

Eu comecei a virada cultural muito cedo, exatamente no horário em que o evento inicia, às 6h da tarde. Fui para o Céu Vila Rubi, e assisti, como abertura, a banda Firma, por sinal, bem harmoniosa; gostei do som deles. Em seguida "O trio virgulino". O trio canta e encanta, lá uniu pessoas de todos os públicos, de crianças a adultos. Com boa música, três grandes profissionais, tendo no currículo shows em toda parte do mundo; cantaram e fizeram a festa para o povo. No no repertório tem músicas de Luiz Gonzaga a Falamansa e mesclando com outros grandes nomes como Roberto Carlos, Mamonas assassinas...

No horário das 10h da noite fui para o centro da cidade. Nas ruas e avenidas milhares e milhares de pessoas vivendo a cultura conforme seus costumes. Assisti alguns shows espalhados pelas avenidas. Lá, foi possível encontrar algumas pessoas, amigos e colegas, entre elas a Lorena Galati, atriz e estudante universitária, uma menina que tenho grande carinho por ela. Em seguida eu, meu amigo, conrado, meu irmão Roberto e mais algumas pessoas fomos para a Praça Júlio Prestes com o objetivo de assistir o TÃO esperado show da internacional bandaLIVING COLOUR, agendado para às 3h da madrugada. E, sem atraso, começou no horário marcado.

Como eu, o Conrado e o meu irmão estávamos com credenciais para a área VIP, fomos sem precisar de ficar no tumultuado público. Mas antes ainda foi possível assistir, no mesmo palco, uma parte do show da cantora CÉU, uma excelente cantora, boa música e, fisicamente, muito bonita. Em seguida, enquanto os próprios músicos da banda Living Colour, montavam o palco, tivemos uma canja do grande e ilustre Zéu Brito, um cantor que admiro muito, com uma música bem humorada, com uma voz bem colocada em suas composições cantou poucas músicas e saiu, dando lugar para a banda estadunidense.

Eu, antes, não conhecia a Living Colour, mas ao assistir ao show, ali, tão próximo, fiquei encantado, músicos profissionais de primeira linha e, como artistas, inteiramente simples, bem comunicativo com o público, sem frescura, o vocalista muito louco, no sentido de arte, no final do show fez questão de subir, ao lado do palco, em cima das caixas de som para ficar mais próximo do público e, não ficando satisfeito, ao finalizar o show, desceu do palco e correu para o meio do povo para se sentir mais próximo daqueles que, ali, estavam o recebendo com muito carinho.

Por fim, cheguei em casa às 8h da manhã de domingo. Muitas outras coisas aconteceram no evento, mas, aqui, restrinjo-me apenas a isso.

adenildo lima

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