terça-feira, 27 de abril de 2010

Mulher

Mulher, nunca esqueça o quanto te amo, o quanto amo esse poema andante, que, diante dos meus olhos é a obra mais perfeita já feita neste planeta chamado Terra. Teus cabelos, quer sejam longos, quer sejam curtos, quer sejam o que são, pois nunca deixarão de ser como ventos e tempestades, destruindo-me e, ao mesmo tempo, aliviando essa dor, aqui, neste peito que, na vida, só aprendeu a te amar. E como eu te amo, mulher! Esse teu corpo andante como nunca dantes vi obra de arte caminhar diante dos meus olhos. E quando me aproximo de ti, e aos poucos, as nossas roupas vão sendo tiradas por nossas mãos... mãos cheias de carícias! E quando sinto os bicos pontudos de seus seios encostando em mim, os nossos corpos se unem, deixam de ser dois corpos transitando em plena madrugada, e passam a ser apenas um, sim, apenas um: eu e você, você e eu. E nada mais!!!

adenildo lima

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