quarta-feira, 28 de outubro de 2009

a lua é testemunha

era noite de lua cheia e isabella saiu caminhando estrada afora. estávamos num sítio, vivendo e aproveitando um pouco da riqueza natural que a natureza oferece. ela era ousada e se ousava a tirar o fôlego dos pobres rapazes, ali, presentes. depois, convidou ezequiel pra um passeio a luz do luar. caminhando estrada afora, com um vestido que acompanhava o movimento do vento, deixando os cabelos soltos ao léu. e do nada, convidou ezequiel pra sentar a beira de um pequeno lago. alguns animais vinham, bebiam água, sorriam pra eles e iam passear pelos matos. os dois, ali, continuavam conversando. isabella aos poucos ia encostando as pernas nas pernas de ezequiel. o corpo dele tremia de êxtase. ela merguçha na agua, ainda vestida e o seu vestido fica todo molhado deixando aparecer as marcas sensuais do corpo. ezequiel tenta disfarçar o olhar. ela o convida a sentir o carinho da água. em seguida aceita. e os dois se banham juntos. e o corpo dela ao encostar no dele, o dele no dela, as roupas caem, os corpos ficam nus, e eles se amam loucamente.

e nas loucuras do amor, uma folha cai, e a natureza os contempla.

adenildo lima

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