sábado, 3 de outubro de 2009

A lágrima do presidente

Ontem, conversando com um amigo, enquanto bebíamos uma breja, ele questionou as lágrimas do presidente do Brasil. Na verdade ele fez uma crítica, diria que construtiva, como eu ainda não tinha assistido as cenas da conquista da cidade do Rio de Janeiro para as olimpíadas de 2016, fiquei calado.

Meu amigo questionava e, em suas palavras, falava que o Brasil adora festa. Concordo. A crítica dele é referente ao esquecimento dos políticos diante da Educação, da Saúde, da Segurança... Por isso concordei com ele, mesmo sabendo que o nosso país melhorou um pouco, comparando aos anos do nosso querido professor doutor FHC, hoje, o nosso Brasil é respeitado no mundo.

Não, não... amigos leitores, não estou fazendo política, estou apenas fazendo um comentário. Nós, como cidadãos, temos o direito e o dever de fazer nossos próprios questionamentos. Esta é minha opinião, vejo o Brasil bem melhor, ou, menos pior.

Agora, referente às lágrimas do presidente, pelo o que eu pesquisei, ele não chorou apenas pelo fato de o Brasile ter ganhado. Chorou também, pelo motivo de sua história. Naquele momento ele lembrou de sua infância - conforme ele falou em entrevista, logo depois - e, está ali, num momento de vitória, para ele, e para muitos, a emoção o domou.

Eu mesmo, nunca tive vergonha de chorar, vejo o choro como um dos atos que nos torna humano - quero dizer que mostra a sensibilidade que o humano deveria ter, ou tem, sei lá -, isso quando não é encenado nos palcos, sei lá, pode ser o palco da vida.

É, se é festa ou não, eu sei que nós podemos fazer muito para melhorar a nossa pátria. Pelo menos espero por uma festa melhor, onde todos possam comemorar da mesma lágrima de felicidade por ter boa educação, boa saúde, e uma desigualdade menos desigual.

adenildo lima

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