sexta-feira, 22 de maio de 2009

Ao céu e ao léu

Era um dia calmo, num lugar calmo, algumas pessoas passeavam, brincavam, outras tiravam fotos. Dois jovens conversavam e conversavam ali soltos, sentados na grama, sem hora, sem tempo, sem regras. E riam, e relembravama momentos vividos, e sonhavam momentos futuros, e desejam até um lugar onde a paz fosse o símbolo principal para a humanidade.

Dois jovens cheios de histórias, cheios de desejos, cheios de amor. Sim, de amor. Eles se amavam, e como se amavam: o olhar, o carinho, o ouvir, o prestar a atenção ao outro, o desligamento do mundo para viverem, ali, naquele momento, apenas o mundo vivido por eles. Era uma cena maravilhosa. E você, amigo leitor, pode acreditar. Nós sabemos que a ficção parece mais real do a prórpia realidade, mas a realidade vivivda ali, era bem mais encantadora do que este texto.

Pareciam crianças soltas num lugar de diversão. O respeito dos dois era tão harmonioso, até pareciam apaixonados, e eram, eu acredito. Na vida sempre estamos apaixonados, sempre estamos amando alguma coisa. Agora o quê, muitas vezes não sabemos.

O sol abraça o momento e contempla cada olhar. Alguém apenas observa. E o mesmo que os observava não sabia de nada daqueles dois, mas acredita ter visto no olhar da bela menina um sonho de ser mãe, um sonho de ser mulher, um sonho de ser família. O jovem rapaz apenas o observava, e abraçava tudo aquilo.

Afinal, o mais importante de tudo nessa vida é amar. E como eles amavam, e se amavam...

adenildo lima


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