domingo, 8 de fevereiro de 2009

Isso eu chamo de amor

No meio de bilhões de palavras que tem a nossa língua portuguesa, a que eu mais gosto de ouvir, é a palavra amor. Não pelo simples fatos de dizer um eu te amo, o amor é tudo na minha vida. Isso não, o que me move, é o sentimento que ele me traz.

Hoje mesmo, senti falta de você, passeando no parque, veio-me um desejo de tê-la comigo, ali, brincando, rindo, passeando de bike... e tantas coisas mais. E até mesmo os milhares de rostos das mulheres passantes não foi o suficiente para preencher o vazio que você deixou. E isso, eu chamo de amor.

O amor é simples, muito simples, ele não pede muito, pede apenas a sua presença, o seu carinho pois, na verdade, ele também é um vazio que sempre procura algo para preenchê-lo. Muitas vezes, um sorriso é o suficiente para trazer aquela felicidade deixada na esquina de um olhar perdido.

Mas no amor nada se perde, e tudo o que fazemos é amor: gostar de sair com familiares, amigos... isso é amor. E ele não exige nada da outra pessoa, apenas que seja correspondido. Pois, então, quando lembrei de você, eu lembrei também que nunca te esqueci, e só assim, consigo tê-la comigo.

Você foge, você abraça o sol que nasce, mas teme ao meu abraço, você beija as estrelas em noite de luar, mas não permite seus lábios nos meus, e eles estão tão próximos.

Mas, o que eu quero dizer mesmo: foi que hoje lembrei de você.

E isso chamo de amor.

adenildo lima

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