segunda-feira, 3 de novembro de 2008

A chuva

Estávamos sozinhos, lembra? Peguei em sua mão, você gelou e disse: não. Acariciei-a com muito carinho, elevei o braço ao seu pescoço, e nos beijamos. O filme passou, nem lembro o que aconteceu, você foi imagens e lembranças para mim, naquele momento. Hoje, procuro a chuva como amiga para não lavar os meus lábios tocados e beijados pelos seus.
Por Adenildo Lima

Um comentário:

Rosana disse...

É ... o romantismo faz parte mesmo da vida dos poetas!