segunda-feira, 11 de agosto de 2008

Desculpa os nossos desencontros

Desculpa nossos desencontros. Eu sei que você nunca percebeu, mas quando eu te olhava era diferente. Até fiquei triste por não conseguir demonstrar meus sentimentos através dos meus olhos. Não vou dizer que era amor, mas era um sentimento tão gostoso. Será que você percebia?

Hoje, te vejo caminhando para o altar, fico feliz por você, mas dói tanto dentro de mim, talvez eu nem quisesse tanta coisa, um beijo talvez, um abraço talvez, sentir nossos corpos tavez... o amor de uma eternidade. Não sei, mas sinto a falta de não ter te falado.

Eu sabia que você era comprometida, mas qual era a minha culpa por te amar? Desculpa nossos desencontros, o tempo não espera ninguém, e eu te esperei tanto. Teus olhos eram tão fortes quando me olhavam. Desculpa a insensatez, talvez você também gostasse de mim. Será que realmente você ama esse teu futuro esposo?

Olhar seus pés subindo ao altar, é difícil, eu concordo comigo mesmo. Antes de entrar na igreja, você me olhou com um sorriso tão distante. Tive vontande de chorar, tantas vezes te tive ao meu lado, mas agora tão distante. Mas nós não somos culpados, culpado é o meu coração por ter se apaixonado por você. Você, garota comprometida, mas não tenho culpa por gostar tanto de você.

Talvez a culpa seja da nossa amizade tão íntima, mas eu gostaria de continuar sendo seu amigo, seu meta-amigo, gostaria tanto de poder ver seus olhos fechar e os meus lábios encostando nos seus, pelo o menos por uma vez, e aquele momento seria eterno. Desculpa os nossos desencontros.

Por Adenildo Lima

Um comentário:

Anônimo disse...

É! PORQUE SERÁ QUE O VERDADEIRO AMO ESTÁ SEMPRE NOS CORAÇÕES PROIBIDOS? AMOR ESSE QUE NOS FAZ SENTIR A SENSAÇÃO DE PODER, DE LIBERDADE, DE SER, DE PERMANECER, DE FICAR. ELE NOS TRAZ UMA SENSAÇÃO DE FELICIDADE INDISCUTÍVEL?!?