sábado, 7 de junho de 2008

A desigualdade é aceita e apreciada

Dessa vida nada se leva. A vida? é momentos. Os momentos? são lembranças. Se você fez algo de bom, será lembrado. Se nada fez. Será igual ao vento que passa e não faz nenhum efeito. Passou. Todos sentiram, mas com poucos segundos ou minutos, não lembram mais, isso é, se alguns o percebeu.

Já não temos muito o que fazer. O ser vivo que chamamos humanos, na verdade nunca foi humano. O conceito humano é tão diferente desse que a sociedade vive. A vida? é momentos. E tudo passa rápido demais. A única coisa que dura é a dor, por isso prefiro o amor. Mas a dor de amor é a que mais dói.

Os momentos? são lembranças. É uma desigualdade muito forte que enfrentamos a cada segundo que vivemos, mas por ser tudo rápido a gente aceita numa boa e nem questiona. Por exemplo: Nós aceitamos ganhar R$ 1,00 enquanto o patrão ganha R$1.000.000,00. Mas como o zero não tem valor, nem percebemos e aceitamos numa boa.

E se formos comparar os estudantes brasileiros das décadas de 60,70 com os de hoje, nossa! mudou tanto que até aqueles estudantes que lutavam por um Brasil melhor, mudaram e estão todos iguais. Realmente a desigualdade é aceita numa boa. Enquanto os jovens vão à escola para conseguir um pedaço de papel (o famoso Diploma) , e por ele, ignoram até o conhecimento; aqueles estudantes que lutavam pelo conhecimento em 1968, hoje lutam por dinheiro lá em Brasília.

Nossa!!!! Realmente, se tirarmos o prefixo DES e o sufixo DADE fica tudo igual.
Por Adenildo Lima


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